18 de novembro de 2013

A GRANDE MORADA XII


9 - Zeta Retículi: transformação e despertar

“Eles buscam a profundeza da alma. Eles buscam a comunhão.” Whitley Strieber

Os primórdios da civilização Zeta Retículi datam, aproximadamente, dos tempos em que os Fundadores impulsionaram o começo do planeta Apex no sistema de Lira. Seu desenvolvimento é único e brilhante, e tem uma significante relevância na história da evolução do planeta Terra.

O planeta Apex permitiu que a polaridade, de forma extremadamente individualizada os destroçasse. Sua evolução tecnológica foi, espetacularmente, rápida, sobrepassando seu crescimento espiritual. Por isso nunca chegaram a conseguir uma coexistência pacífica em seu mundo.

Este desequilíbrio energético foi, provavelmente, a causa da eventual destruição do planeta Apex. Vendo pelos olhos de um observador posicionado no espaço, o mundo de Apex foi totalmente apagado do mapa.

Entretanto, do ponto de vista dos habitantes de Apex, o que ocorreu foi uma história bem diferente. O planeta se tornou, extremamente, tóxico. A poluição e os altos níveis de radiação fizeram com que a superfície do planeta deixasse, definitivamente, de ser habitável.

Os habitantes que sobreviveram a esta catástrofe se ocultaram em abrigos subterrâneos. Era imprescindível que houvesse uma integração dentro desta nova sociedade que se formara sob a terra se quisessem evitar que o ciclo de destruição se repetisse. Reconhecendo a importância que isso teria, decidiram forçar a integração (a fusão) mediante uma completa reestruturação de sua realidade.

Esta reclusão sob a terra dividiu os seres de Apex em várias facções. Os que são investigados no presente capítulo pertencem a uma raça mais benigna. Outros que eram mais negativos (e ajudaram a criar o caos no planeta Apex) abandonaram o planeta depois de milhares de anos, e se assentaram nas áreas de Sírio e Órion e, sobretudo, em Betelgeuse.

Os seres negativos que mantém, atualmente, relações com a Terra têm sido denominados “Sírios Negativos” ou “Greys”; eles têm seus próprios motivos para interagir com a Terra.

Era imprescindível que houvesse uma integração dentro desta nova sociedade que se formara sob a terra se quisessem evitar que o ciclo de destruição se repetisse. Reconhecendo a importância que isso teria, decidiram forçar a integração (a fusão) mediante uma completa reestruturação de sua realidade.

Quando o planeta Apex se aproximava de sua destruição, a mente e o intelecto de seus habitantes estavam tão desenvolvidos que se fez palpável essa evolução, inclusive em sua forma física. Os crânios aumentavam, consideravelmente, de tamanho ao passar de poucas gerações. O parto natural era cada vez mais difícil já que os crânios não podiam passar, facilmente, pelo canal de nascimento.

Os seres femininos, simplesmente, não se adaptaram com tanta rapidez a esse crescimento dos crânios. Antecipando o que podia converter-se em uma crise de espécie, os engenheiros genéticos começaram a aprender técnicas de clonação que, ao seu momento, poderiam substituir o processo de nascimento. Esta manobra dos habitantes de Apex salvou a espécie, já que depois que a superfície do planeta se converteu num lugar inabitável eles se tornaram estéreis.

Quando se deram conta de que estavam estéreis, decidiram usar essas técnicas em seu benefício. Não desejam perpetuar o modelo de sociedade que tiveram anteriormente; queriam começar tudo de novo. Por isso decidiram controlar, rigidamente, a genética de sua futura sociedade. Os engenheiros genéticos começaram a trabalhar no desenvolvimento de uma nova raça. Esta raça seria um aspecto integrado de seu passado (ao menos assim eles acreditavam).

A prioridade básica consistia em alterar, geneticamente, a estrutura do cérebro modificando sua expressão emocional. Reprovaram sua expressão passada de paixão e caos; agora queriam a ordem. Assim, pois, seus cérebros foram modificados de tal forma que havia uma constante resposta química ante qualquer estímulo externo.

Desse modo conseguiram desapegar-se da estrutura do ego. Ao longo de gerações de manipulações neuroquímicas, estes seres obtiveram uma mente grupal. As expressões individuais, que antes lhes produziam orgulho extremado, haviam desaparecido.

A combinação da radiação planetária e os efeitos de sua clonagem começou a produzir uma raça com poucas variantes físicas, de um ser a outro.

Para poder utilizar lugares subterrâneos do planeta de forma mais eficaz, criaram corpos de menor estatura. Adaptando-se à ausência de luz ultravioleta e de luz solar natural, seus olhos começaram a responder a diferentes frequências de seu espectro visual. Suas pupilas mudaram e cobriram todo o olho, e os olhos, em si, aumentaram, para abarcar uma maior superfície à hora de captar luz.

Em resposta à falta de produtos alimentares frescos, seus corpos se adaptaram em absorver certas frequências de luz, para nutrir-se. Sua pele se tornou fotodérmica e fotovoltaica (capacidade celular de converter a luz – seja a solar ou a do ambiente – em energia elétrica), sensível a fontes de luz das cavernas. Plantas recuperadas e minerais luminosos procedentes das entranhas da terra enriqueceram sua alimentação. Muitos órgãos como, por exemplo, os necessários para a digestão, ou reprodução, se atrofiaram. A transformação que padeceram influiu em cada aspecto de seu ser. Uma nova civilização estava emergindo.

O forte impacto e as correspondentes vibrações que as explosões atômicas anteriores haviam produzido, provocaram a dobra* do espaço ao redor do planeta Apex, e seus habitantes saíram “ao outro lado” de um portal dimensional. Durante a reclusão nos abrigos subterrâneos, que durou milhares de anos, os habitantes de Apex não estiveram conscientes de que seu planeta havia mudado de posição no espaço e no tempo.

Na figura estão representadas múltiplas dimensões e o inconveniente das imensas distâncias. Percorrer essas imensidões se torna inviável considerando a atual tecnologia espacial da Terra. Todavia estudos teóricos admitem o que se supõe já fazerem os visitantes extraterrestres. Ou seja, não se percorre o espaço, simplesmente ele é “dobrado”, ou alterado em sua conformação. Por ser uma complexa teoria aqui não será tratada.

Somente muito mais tarde, gerações depois, quando emergiram à superfície do planeta é que se deram conta de que seu campo estelar havia mudado dramaticamente. Foi, então, quando se aperceberam das consequências de seus atos. O planeta Apex havia mudado de posição em relação ao tempo e ao espaço no cosmos.

Agora estava “ligeiramente desviado”, dimensionalmente, comparado com os outros mundos que lhes eram familiares. Para entender o que havia ocorrido e para aproveitar este conhecimento em seu benefício, começaram a investigar as possibilidades de dobrar o tempo e o espaço.

No dia em que, finalmente, voltaram à superfície do planeta, se havia convertido em uma nova espécie. Como a Fênix que renasce de suas cinzas, eles conseguiram realizar transformação em vez de destruição. Já não eram seres de Apex. Agora assumiam uma nova identidade, a de “Seres refletindo o Todo”.

Considerando tudo isso na expressão de nosso entendimento terráqueo, esses seres, agora, podem ser denominados Zeta Retículi.

Como se comentou em nota anterior, houve muitas facções de “apexianos” que se esconderam em subterrâneos. Enquanto permaneceram sob a terra várias delas se converteram em raças benignas de Zeta Retículi. Destas entidades benignas se fala neste capítulo . As facções indicadas anteriomente podem ser consideradas Zeta Retículi negativas, que depois de mudarem para o sistema estelar Reticulum, abandonaram o planeta original Apex e colonizaram outros planetas do sistema Zeta Retículi.

Suas aparências são muito similares e só podem ser diferençados por suas vibrações ou comportamento, que é de natureza, basicamente, negativa. Talvez, quando se vêm versões contraditórias de Zeta Retículi, os humanos estejam interagindo com Zeta Retículi de diferentes níveis de evolução dentro de sua linha de tempo histórico, embora todos procedam do futuro da Terra.

As manifestações mais negativas talvez sejam seu passado, enquanto que algumas das interações mais ingênuas ocorram de um estado futuro de evolução. Quando, atualmente, se aproximam dos humanos compreende-se que partem de um ponto singular no tempo. Se for certo que vêm à Terra partindo de vários pontos de sua evolução, poderíamos estar ante uma explicação das experiências tão diferentes de abduções relatadas e realizadas por estes mesmos seres. Seu planeta, devido a essa mudança de dimensão, se encontrava, então, na vizinhança de Zeta Retículi 1 e Zeta Reticuli 2, no grupo estelar Reticulum Rhomboidalis. (O dicionário Webster define “reticular” como ‘uma rede; complicado”. Alguns, seguramente, estão dispostos a afirmar que a psique dos seres de Zeta Retículi é, verdadeiramente, complicada).

Um dos primeiros casos famosos de abdução que fala da origem destes seres é o caso de Betty y Barney Hill. Barney e Betty são protagonistas do primeiro caso de abdução estudado e divulgado nos Estados Unidos, e o primeiro a ser divulgado a nível mundial. Em 1961, durante uma abdução, foi mostrado a Betty Hill um mapa de um grupo de estrelas. Anos mais tarde ela desenhou este mesmo mapa sob hipnose. Naquele tempo não existia nenhuma referência a esse grupo de estrelas nos mapas celestiais conhecidos.

Desde, então, se tem descoberto, recentemente, um novo grupo de estrelas que se pode ver no hemisfério sul da Terra, e que é igual ao que Betty desenhou. O grupo de estrelas, Reticulum Rhomboidalis (a rede em forma romboide) alberga o grupo estelar que agora se denomina Zeta Retículi 1 e 2.

Partindo desta base começaram a restabelecer sua conexão com os Fundadores da vida. Até o momento presente continuam cumprindo os desejos dos Fundadores para a evolução galáctica. O que estão descobrindo agora é que, ao mesmo tempo, estão levando a cabo sua própria evolução.

Dr. David Jacobs é PhD em história americana e da universidade de Temple, na Filadélfia,EUA. Autor de vários livros, deu recentemente uma entrevista para a revista Ufo onde fala sobre as abduções. Ele diz que uma das mais importantes evidências é a convergência das memórias que os abduzidos tem sobre o momento, o processo e a estrutura dos sequestros por extraterrestres. E todos apresentam os mesmo sintomas em diferentes partes do planeta. Também há evidências físicas nos corpos das vítimas de abduções alienígenas, tais como: cicatrizes, manchas e picadas em seus corpos ou roupas.

David Michael Jacobs, Ph.D.em "Secret Life", o título original, diz que o fenômeno é demasiadamente importante para ser tratado como conversa de "malucos" ou de pessoas "mentalmente perturbadas"... Para o autor, os alienígenas têm um poder e uma tecnologia consideravelmente mais avançada do que a nossa, e isso nos coloca em tremenda desvantagem para afetar o fenômeno ou conseguir algum controle sobre ele. "Não sabemos o que vai acontecer no futuro, do mesmo modo como não sabemos quais são os objetivos finais dos extraterrestres".

“O contato entre as raças não está ocorrendo no cenário que foi imaginado por cientistas e escritores de ficção científica: dois mundos independentes fazendo aberturas cuidadosas visando a benefícios iguais e recíprocos. Ao contrário - diz o dr. Jacobs - o que acontece é completamente unilateral. Em vez de benefícios iguais, vemos um programa perturbador, de aparente exploração de uma espécie pela outra... Mas, nós temos que encarar de frente o fenômeno da abdução e começar a pensar racionalmente no que devemos fazer a respeito..."

Atualmente, os Zeta Retículi necessitam encontrar uma maneira de fortalecer sua linha genética para poder criar um futuro para sua raça. Depois de gerações de clonagens, utilizando o mesmo material genético, existe um severo incesto e um estancamento em seu crescimento evolutivo. Sua raça está se extinguindo, mas sua alma superior deseja encarnar-se no físico. Eles estão evitando, deliberadamente, a transição à quinta densidade para poder deixar atrás de si uma semente deles mesmos que continue reproduzindo-se geneticamente. Isto ajudará a evolução do todo galáctico. Reconhecendo sua situação, chamaram os Fundadores. Estes introduziram os Retículi em outro planeta que, geneticamente, possuía um fundo de genes de muitas espécies do tipo humano que se remontavam, inclusive, à época do início da raça lirana.

Em lugar dos Retículi fossem de civilização em civilização recolhendo material genético, agora poderiam obter num só lugar. Este lugar é o planeta Terra.

Os Retículi foram atraídos à Terra, pela primeira vez, nos anos quarenta quando nosso planeta começava com a tecnologia suficiente para autodestruir-se. Eles são bastante conscientes de que seu passado represente um possível futuro para a Terra. Devido sua habilidade para viajar através do tempo, poderiam obter material genético de qualquer momento passado da Terra. Entretanto, necessitavam material genético de uma época histórica da Terra na qual sua civilização estivera à beira da autodestruição e transformação. Isto lhes ajudaria em seu próprio processo de integração.

Em certo sentido, é uma maneira de mudar seu passado. Ao interagir com a Terra atual, curam seu passado e mudam seu futuro.

Hoje em dia estão executando esse programa genético aqui na Terra. Como este planeta ainda não entendeu, ou não abraçou, a ideia da escolha da alma, a maioria dos indivíduos que participam desse programa genético se consideram, a si mesmos, vítimas. Existem milhares de histórias de abduzidos aterrorizados que são martirizados com experiência recorrentes nas quais os extraterrestres lhes retiram de suas aquecidas camas.

Embora a maioria das abduções sejam executadas pelos Zeta Retículi, também existem incidentes isolados em que outros grupos utilizam o cenário de abdução para seus próprios propósitos.

Por exemplo: os sírios, os de Órion e aqueles que se denominam “Greys”, todos de tendências negativas utilizam, com frequência, métodos de terror. E´ importante que os humanos aprendam a diferençar os contatos com Zeta Retículi benignos das interações mais malévolas. Essas experiências de terror ocorrem porque a humanidade não está disposta e enfrentar sua própria sombra a qual se reflete nos espelhos que os Zeta Retículi representam.

Os Retículi estão buscando, antes de tudo, características humanas específicas que eles eliminaram, a éons, de sua raça. Uma destas características é a variedade de reações ante um estímulo externo. Para reaprender eles têm que retirar amostras e fazer estudos das reações neuroquímicas humanas ante uma imensa quantidade de estímulos externos.

A raça humana da Terra é, por excelência, emotiva. Rimos, choramos, nos compadecemos da dor alheia, estendemos nossas mãos em ajuda ao próximo, e nos comovemos até o mais fundo da alma ao ver o sorriso de uma criança, ou as saltitantes brincadeiras de um cachorro. E´ essa variação humoral que os Retículi não possuem mais.

Pode-se dizer, segundo os relatos dos autores do livro, que eles são “frios”. Nos anos da segunda guerra mundial – 1939 a 1945 – a civilização da Terra experimentou isso no genocídio praticado pelos nazistas. Mas não só estes, também a implantação do regime comunista na Rússia, na China, no Vietnã do Norte, praticaram extermínios em massa. Obviamente os mandantes, e boa parte dos executantes, estariam incursos em condicionamentos conscienciais semelhantes aos dos Retículi da classe negativa.

Seu método mais comum para estudar estas secreções neuroquímicas consiste na introdução de um implante orgânico. Estes implantes são introduzidos na cabeça do abduzido através do nariz, do olho, ou do conduto auditivo. Os implantes absorvem e catalogam dados neuroquímicos e, periodicamente, são retirados para seu estudo e posterior reinserção. No caso do indivíduo vir a morrer, o corpo absorve o implante orgânico de forma natural. Mas não somente buscam informações biológicas dos humanos, também buscam uma aprendizagem emocional.

Já se passaram éons desde que eles exerciam a função de pais para as crianças. A capacidade de nutrição dos humanos lhes fascina. Quando começarem a alterar sua estrutura neuroquímica, voltarão a ser capazes de responder, maternalmente, ante seus filhos. Esta é uma das razões, principais, pela qual abduzem mulheres e lhes pedem que acolham seus filhos híbridos. As mulheres humanas estão ajudando os Zeta Retículi para que neles volte a despertar o instinto de procriação.

Não é só a humanidade que lhes está ajudando, também eles proporcionam um papel vital para a Terra.

Os Fundadores estão muito conscientes de que a humanidade que vive na Terra tem que integrar-se a si mesma, em diversos níveis, pois, de outro modo, o cenário de conflito continuará existindo. Os Retículi infundem à raça humana uma das ideias mais fundamentais que esta mesmo está rejeitando: a unidade.

Os humanos, por sua vez, demonstram aos Zeta Retículi a própria individualidade, o que lhes atemoriza. Se conseguir construir uma ponte que una as duas bordas dessa fenda criada pelo medo humano, haverá uma transformação a níveis muito profundos.

Os Retículi estão obtendo, atualmente, o material genético de voluntários que concordaram, a nível da alma, tomar parte do despertar da Terra e do nascimento de uma nova civilização. Entretanto, na atual fase em que se encontra o jogo, ainda é necessário o medo por parte dos abduzidos. Na Terra, o medo é um dos principais obstáculos para o crescimento.

Se a humanidade pudesse superar o medo, conseguiria muitas metas que, atualmente, parecem estar fora de seu alcance. Conseguir-se-ia chegar a essas metas mediante a tomada de consciência, e não por meio da validação do vitimismo.

Os Retículi, por sua vez, têm de enfrentar seus medos (que, entretanto, negam) e supera-lo. Mantendo esse medo o crescimento será mínimo. Às vezes, as barreiras mais altas produzem as recompensas maiores.

Uma destas recompensas é a criação da nova raça híbrida que tem as qualidades integradas dos Zeta Retículi e dos humanos da Terra. Eles serão um e, também, vários. Serão ricos em bom humor e fluidos emocionalmente. Mas, acima de tudo, serão os arautos do amor incondicional que nos guiará de volta à Fonte do Todo.

(Texto: Luiz Antonio Brasil - CONTINUA )

12 de novembro de 2013

A GRANDE MORADA XI



8 - O princípio da Terra

“Então Deus disse: “Vamos criar um homem segundo nossa imagem e semelhança.” GÉNESIS 1:26

À imagem de quem foram criados os humanos da Terra ?

Grifei a frase acima porque a considero de relevante importância. Exatamente isso: somos a imagem de quem ? Vejamos o que os autores nos respondem.

Muitas das escrituras mais antigas insinuam que o desenvolvimento humano foi guiado pelos deuses que desceram do céu. Inclusive os antropólogos são conscientes do desenvolvimento inusualmente rápido do Homo Sapiens.

Alguns antropólogos estimam que a espécie Homo Sapiens parece estar milhões de anos à frente de sua era.

Enquanto o desenvolvimento evolutivo entre o Australopitecus avançado e os Neandertais durou mais de dois milhões de anos, foram encontradas evidências completas de que o Homo sapiens (Cro-magnon) apareceu, aproximadamente há 35.000 anos. Mas o que é mais intrigante ainda, é que enquanto se segue encontrando restos humanos, os arqueólogos têm descoberto restos de um Homo sapiens anterior na zona oeste da Ásia e no norte da África. Estes restos datam de 250.000 anos antes do Cro-magnon. Deve-se ter em conta que o Homo Sapiens não tem nenhum precursor evolutivo.Nada se converteu em Homo sapiens, a espécie simplesmente apareceu.

(Australopithecus = Latin: australis que significa “do sul” – grego: pitekos “macaco”. Gênero de hominídeo extinto, bastante próximo ao gênero Homo. Um fóssil encontrado na África foi datado de 2,5 a 2,9 milhões de anos atrás. - - - Homo neanderthalensis = habitou a Europa e Ásia de 300 mil anos atrás até 29 mil anos atrás.)

E´ possível que os extraterrestres tenham tido interesse em intervir na evolução da Terra? No caso de que assim tenha sido, que poderiam obter dos humanos da Terra ? Talvez fosse uma maneira deles de acelerar sua própria evolução. Parece evidente que houve três grupos principais que orquestraram o Princípio da Terra.

Os identificamos como:

• Os Fundadores
• Um grupo de Lira
• Um grupo de Sírio

Os Fundadores facilitaram o Início a partir de um ponto não físico, e foram supervisores de todo o projeto. Sem saber dessas influências não físicas, os liranos orquestraram, fisicamente, o início e empregaram um grupo de Sírios para ajuda-los.

Cada grupo teve seus próprios motivos para estar aqui presente naquele momento. Mas, embora os motivos fossem diferentes, a meta era a mesma, a criação de uma raça humanoide na Terra.

Como já referimos anteriormente, os pleiadianos se envolveram com a evolução da Terra buscando seu próprio benefício. Pensaram que se interagissem com os humanos, não só iriam ser capazes de formar parte do desenvolvimento de seu anterior lugar, mas, também iriam poder aprender tudo a respeito da negatividade e integração, sem ter que encarnar-se diretamente num mundo que estava, precisamente, nessa fase. Os que pensaram assim foram persuadidos por um grupo de liranos que era, perfeitamente, consciente da compatibilidade genética dos pleiadianos com os novos humanos que se desenvolviam na Terra.

O grupo lirano, (uma combinação de várias raças liranas) sempre estava fazendo seus experimentos. Como os humanos, os liranos têm certos impulsos instintivos (como, por exemplo, a procriação).

Esses extraterrestres tinham suas próprias planificações porque queriam rivalizar com seus “criadores”, os Fundadores, e prosseguiam com os experimentos genéticos. Os Fundadores sabiam, perfeitamente, que o incesto iria causar o extermínio da raça e, por isso, sempre estavam buscando novos remanescentes para manter o fundo genético misturado. Houve outra motivação importante por parte dos liranos para envolver-se com a Terra.

Depois de éons de conflito entre as raças procedentes de Lira (Vega, Sírio, Órion, etc), estavam cansados de criar civilizações que se polarizavam e não conseguiam uma existência pacífica. Eles estavam determinados que a Terra tivesse que ser o planeta baseado na integração, em lugar da polaridade.

Apenas para rememorar, estar polarizado significa ter predominante uma das duas tendências: a positiva ou a negativa. A pacificação só acontece quando ambas estejam integradas como foi visto nos textos V e VI.

O grupo lirano pensou que, talvez, o que faltou ao longo de todo aquele tempo foi um planeta cujo início já estivesse integrado, ao invés de um que seguisse espalhando as sementes da polaridade de outros sistemas estelares. Com isso em mente, começaram a formular um plano muito rígido para o Início da Terra. Os Fundadores, entretanto, tinham outros planos. Eles sabiam que a Terra ia ser, possivelmente, o lugar ideal para curar o drama de Órion, e, por isso, teria que ficar num estado polarizado para poder resolver o conflito. Os Fundadores sabiam que a Família Galáctica aprenderia, finalmente, o que era a integração graças à experiência de resolução da polaridade na Terra. Assim eles permitiram que o grupo de Lira desse continuidade ao seu plano porque, de certa forma, finalmente, iria impulsionar o plano cósmico.

Aqui vemos que mentes superiores, de fato, comandavam o início da civilização na Terra.

Os liranos queriam o planeta, desde seu início, na condição, digamos, de inocência perene. Os de Lira (Vega, Sírio, Órion, etc) optavam pela polarização porque através desta tentariam, mais uma vez, curar seus dramas, ou o drama de Órion.

Supervisionando tudo isso estavam os Fundadores, comandantes reais, que, por sua vez, decidiram que a polarização da civilização do planeta Terra seria mais benéfica.

E assim estamos nós, até hoje, vivendo essa tentativa de curarmos esse drama de muitos milhões de anos que é o de compreender e praticar o Amor Incondicional.

No que respeita ao grupo sírio, suas motivações estavam mais próximas de casa. Eles consideravam que a Terra formava parte do sistema estelar ternário de Sírio; acreditavam, por isso, ter o direito a manipular a genética da Terra.

Seu interesse consistia em estabelecer raças primitivas humanoides para que estes seres lhes servissem nos trabalhos manuais, enquanto eles prosseguiriam expandindo suas colônias, incluída a Terra. Assim, pois, apoiaram o projeto lirano sem esquecer-se de suas próprias metas. Começou, portanto, o projeto Iniciação da Terra.

Ao longo de muitos milhares de anos, e durante a primeira fase do projeto de Iniciação da Terra, os liranos* observaram, com olhos atentos, a raça de primatas que estava se desenvolvendo na Terra.

*Estes liranos, como outros, são conhecidos pelo termo hebraico נְפִלנ ְפִיל ‘nefilins’ significa desertores, caídos, derrubados. Em aramaico ‘Nephila’ designa a constelação de Orion, que entre os hebreus era o anjo Shemhazai (Semyaza, Samyaza, Semyaze), conforme relatado no Livro de Enoque. Nefilim significa, literalmente, “aqueles que vieram do céu”. O Gênesis 6:4 diz:

“Naqueles dias – um pouco mais à frente diz – quando os filhos de Deus se juntaram com as filhas dos homens para procriar, os Nefilim estavam na Terra. Eles foram os heróis antigos, homens de fama”.

O termo hebreu original traduzido como “de fama” é shem que significa, literalmente “veículo do ar”, provavelmente foguete. De modo que o texto bíblico diria: “Ele eram os heróis antigos, gente procedente de foguetes”. Por muitas ocasiões tomaram amostras e introduziram ligeiras alterações nas estruturas do DNA. Em pontos críticos do desenvolvimento inseriram material genético dos pleiadianos** (e de outros grupos) nesses primatas. **Como já se comentou anteriormente, os pleiadianos levavam genética da Terra que se integrou com êxito nos quadros de Lira. Por isso eles se converteram na melhor opção para semear os terranos na Terra.

Ao longo de dilatados períodos se fez cada vez mais evidente que a evolução avançava a um ritmo muito acelerado. Quando isto se tornou inquestionável, iniciaram os experimentos cruciais com o protótipo.

A história de Adão e Eva é um dos poucos legados que ficou para recordar, sutilmente, à humanidade o seu começo. Este conto contem referências simbólicas da saga que ocorreu concernente ao tipo de espécies que herdariam a Terra. E como já foi mencionado, o grupo lirano quis conseguir uma espécie baseada na integração. Por isso pensaram que essa espécie não devia conhecer a polaridade, isto é, “o bem” e “o mal”. Eles controlaram, estritamente, o ambiente destes novos humanos para que ficassem centrados no desenvolvimento de um veículo [Corpo] perfeito para a integração.

Não queriam que os novos humanos se convertessem neles – se polarizassem. O que o grupo lirano não percebeu foi que ao mesmo tempo estava restringindo os novos humanos das possibilidades de escolha. Depois de gerações de trabalhar com genética de primatas e extraterrestres, o grupo lirano desenvolveu um protótipo humano cujo significado “terrestre” foi traduzido como “Adão”. O protótipo Adão foi incorporado à Terra em diversas regiões para testar sua capacidade de adaptação. (Houve muitos Adãos). Quando o protótipo se tornou, satisfatoriamente, adaptado, os adãos foram retirados.

“Então o senhor Deus fez cair um profundo sono sobre o homem, e este dormiu. Então Ele tirou uma de suas costelas (ou parte do lado), e fechou a carne neste lugar.” Genesis 2:21

Mediante clonação e engenharia genética, se criou um protótipo feminino que recebeu o nome “Eva”. Ambos foram devolvidos ao seu ambiente e observado de perto. Partindo do desejo de criar uma espécie que não conhecia nada de polaridade, os liranos ensinaram aos assistentes que atendiam aos protótipos que estava proibido dar a eles o conhecimento desse conceito; de fato negou-se [aos protótipos] esse direito de escolha, algo que era garantido a todos os seres divinos.

Graças a isso pode-se entender o significado da expressão bíblica atribuída a Deus:

“Podeis comer, livremente, dos frutos de cada uma das árvores deste jardim; mas da árvore do Conhecimento do Bem e do Mal (polaridade) não deveis comer, pois no dia que o fizerdes morrereis”. 22 - Genesis 2:16

Os sírios que trabalhavam com o grupo de liranos não estiveram de acordo com essa filosofia. Eles notaram que o desejo pessoal dos liranos de criar essa espécie não estava alinhado com os direitos das formas humanoides. Estes sírios, embora desejassem desenvolver uma raça humana para seus próprios propósitos, descobriram que sentiam verdadeiro afeto pelos novos humanos.

Apesar dessa dualidade, decidiram intervir dando, inesperadamente, aos humanos a oportunidade de escolher. O grupo de sírio advertiu aos humanos:

“E a serpente*** disse à mulher: “Vocês não morrerão, pois que Deus sabe que no dia que comerem dessa árvore seus olhos se abrirão e se tornarão iguais a Deus, conhecendo o Bem e o Mal” 24 - Génesis 3:4

*** A serpente é um símbolo arquetípico que se encontra em muitos mitos antigos como símbolo da inteligência, sabedoria. Em textos sumérios, Enki o deus (sírio) que protege a humanidade, também é caracterizado como uma serpente.

Ao se verem frente com o direito de escolha e a necessidade de decidir sobre sua existência, os humanos adquiriam a consciência da terceira densidade. Quando se deram conta de que haviam sido enganados por “Deus” optaram pelo conhecimento. Uma vez feita a escolha de receber o conhecimento com respeito à polaridade, foram totalmente ancorados no físico.

Conhecimento é o oposto da ignorância. Observem que a principal arma de governos despóticos é o de manter seus povos na mais completa ignorância. Nega-se estudos de qualidade, nega-se projetos de pesquisas avançadas, nega-se meios de comunicação livres. Tudo isso para se perpetuarem no poder, pois um povo ignorante é muito mais fácil de ser governado. E foi isso o que “Deus” – os liranos – propunha manter na Terra. E parece que até nossos dias essas tentativas ainda continuam.

Agora possuíam um ego, ou o conhecimento do “Eu sou”, e também tomaram consciência de si mesmos.“Então o senhor Deus disse:

“Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecendo o Bem e o Mal [polaridade]. Mas que não se permita que ele estenda a mão, tome, e come, também, da árvore da vida e viva para sempre.”” 25 - Gênesis 3:22

Não faz falta dizer que o grupo de liranos não estava muito satisfeito. Em sua insatisfação negaram aos humanos o conhecimento da Árvore da Vida (Herança divina). Na Bíblia, relata o Livro do Gênesis 6:4:

“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de [Elohim] אלהים adentraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.”

Podemos conhecer um pouco das características físicas dos Nefelins no Livro de Deuteronômio 9:2:

“Um povo grande e alto, filhos dos anaquins (descendentes dos nefilins ), que tu conhecestes, e dos quais tens ouvido dizer: Quem poderá resistir aos filhos de Anaque?”

Flávio Josefo faz uma distinção entre os gigantes e o fruto das relações entre os "Filhos de Deus" e as "filhas dos homens", quando afirma em sua obra:

"... e os grandes da terra, que se haviam casado com as filhas dos descendentes de Caim, produziram uma raça indolente que, pela confiança que depositavam na própria força, se vangloriava de calcar aos pés a justiça e imitava os gigantes de que falam os gregos." (Antiguidades Judaicas).

Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs.

Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki é de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível.

Deste modo a raça humana foi obrigada a desenvolver-se sem o conhecimento de sua conexão com a Família Galáctica e com o Todo.
Isso foi um verdadeiro desafio. Para assegurarem que os humanos não iriam buscar esse conhecimento, o grupo lirano decretou algumas precauções:

“...a leste do jardim Ele posicionou o querubim e a espada de fogo que podia rodar em qualquer direção para salvaguardar o caminho para a Árvore da Vida.”

Deixaram à humanidade sua herança – o legado de Órion (retratado, simbolicamente, como uma espada) sem demonstrar nada a respeito de sua resolução.

O legado de Órion – Este é a polaridade negativa de que estavam possuídos e que se propaga até os tempos atuais.

Existem sugestões nos antigos textos sumérios que o querubim é, realmente, um aparelho mecânico, ou robótico, que, neste caso, protegeria a Árvore da Vida.

Qual é a tradução literal de “Árvore da Vida” ? Em sumério a palavra para Árvore da Vida era GISH.TIL.

GISH significa “um aparelho feito por homens”; TIL significa (e também significa em hebreu contemporâneo) “míssil”.

Em lugar de falar de uma verdadeira árvore, pode ser que signifique “o veículo para a vida” ou nave espacial. Nos legados sumérios existem claras descrições de foguetes e também de homens que saúdam a estes foguetes.

Parece claro que o fato de que os deuses posicionaram os querubins para evitar que os humanos se aproximassem da Árvore da Vida foi, em realidade, uma negação aos humanos do conhecimento de sua herança.

Nunca mais se permitiria aos humanos da Terra mesclar-se, abertamente, com os deuses, ou abandonar o planeta com eles.
Os seres humanos foram expulsos dos céus.

O que aconteceu com o grupo sírio que interferiu com os planos dos liranos ? A causa dessa interferência esteve ligada, energeticamente, ao desenvolvimento da Terra. Sempre tiveram muitos trunfos escondidos nas mangas, e neste caso foram os que riram por último.

Quando trabalharam com o grupo lirano no programa genérico inseriram um código latente de DNA dentro das células humanas. Este código se dispara quando de uma vibração acelerada que acontece quando uma civilização começa a desenvolver-se espiritualmente.

À medida que a Terra avança, aceleradamente, para a consciência de si mesma e para a quarta densidade, (circunstância que está ocorrendo agora mesmo), o código se ativa. Uma vez ativado, a humanidade desenrola sua ilimitada visão, similar a uma corda antes enroscada, até que a manifestação de Tudo O Que É se torna visível. Era a maneira dos sírios permitirem que a humanidade “comesse”, depois de tudo, da Árvore da Vida.

Desde estes primeiros impulsos no planeta Terra a humanidade tem aguardado um desafio. Da mesma forma que foi dito, os “filhos” semeados contém, por regra geral, códigos genéticos e atitudes profundamente arraigadas dos “pais”.

Se, realmente, a Terra foi semeada a partir do ponto de desigualdade e de ausência do livre arbítrio, é possível que isto possa explicar por que os humanos de muitas raças atuais carregam uma crença subjacente na superioridade da raça caucasiana (o grupo lirano) ?

É possível que o fanatismo racial alongue suas raízes até aquele momento em que se semeou este planeta ? Os primeiros textos disponíveis a qualquer pesquisador sugerem, precisamente, isso.

Os registro sumérios fazem referência aos “cabeças negras” que trabalhavam para os deuses nas minas da África.

Se isso for certo – que a humanidade carrega padrões de seus antepassados – então este desafio não tem feito mais que começar a romper-se desta maldição divina lançada sobre a humanidade, o que faz supor ser a chave para libertar a raça humana.

Durante o passado da Terra, a raça humana tem recebido sinais contraditórios por parte dos deuses. Houve épocas (algumas das quais estão registradas nos textos sumérios, por exemplo, o grande dilúvio) nos quais os humanos foram abandonados e deixados para morrer no planeta, enquanto os deuses, em quem eles confiavam, embarcavam em suas naves espaciais e desapareciam.

Durante essas épocas alguns deuses resgataram (“ilegalmente”) humanos escolhidos. Isto criou um código emocional na espécie humana que se mobiliza em tempos de crises.

O código relembra ambos os padrões e ativa uma luta entre o medo do abandono e a alegria de ser salvo. É imperativo que a raça humana resolva esta dependência dos deuses e se torne autossuficiente.

Na atual Terra, há grupos de extraterrestres cujo código está muito enraizado no passado que prometia a salvação. Aproximam-se dos humanos como seres físicos do espaço e falam, telepaticamente, com aqueles que possam escutar sua frequência.

Muitas vezes denominam diversos humanos da Terra “comandantes” ou “os eleitos”, quer dizer, continuam tentando o ego humano para perpetuar seus próprios sentimentos de superioridade.

Embora estes grupos que não pertencem a este planeta tenham boas intenções, continuamente, recordam o fosso entre o medo ao abandono e a alegria da salvação, fomentando, com isso, uma crença elitista. Conforme os humanos assumam seu próprio poder e entrem no amadurecimento planetário, estes grupos residuais também se transformarão.

A maioria de outros grupos extraterrestres tem aprendido de suas ações passadas e deseja a resolução deste conflito de uma vez por todas.

Do ponto de vista dos Fundadores, o Plano se desenvolveu perfeitamente.

O grupo lirano necessitava repetir o cenário para seu próprio crescimento. Estes “deuses” extraterrestres deixaram na Terra pistas que finalmente ajudarão este planeta se despertar e reconhecer sua herança.

Quando a humanidade despertar e rememorar este conhecimento, aparecerão os recursos necessários para resolver o drama de Órion. A solução virá, graças, à permissão. Se a raça humana, verdadeiramente, for capaz de permitir a diversidade dentro da unidade, e não julgar, se criará o Céu na Terra.

“Diversidade dentro da unidade”: Exatamente isso o que temos, mas ainda não reconhecemos. Isto é, observem a imensa diversidade de seres e raças existentes na Terra. Contudo, ainda não se conseguiu uma coexistência pacífica e humanitária entre toda essa diversificação.

Parece que o sistema comercial é que, independente da vontade humana, impulsiona, não só a miscigenação das nações e seus povos, mas, também, de famílias que se transferem de uma região a outra do globo. Apesar disso, porém, o sistema comercial ainda carrega em seu bojo o estigma da arrogância em que nações mais desenvolvidas tentam sufocar as menos equipadas.

Acredito que os Fundadores continuem no ápice desse processo. Seres de elevada capacidade mental que, nos costumes humanos, são chamados de anjos, protetores, guias, etc, e, por que não dizer, Deuses. Afinal, se olharmos sem paixão e vaidade, ainda somos uma raça bem primitiva porque:

1. Exterminamos nossos semelhantes;
2. Permitimos que nossos semelhantes pereçam de fome, quando há tanto alimento no planeta;
3. Fazemos experimentos de drogas farmacêuticas nas pessoas de culturas indefesas, como em algumas nações da África. Será que estão fazendo isso só na África ?
4. Permitimos que esmagadora maioria da população da Terra não tenha moradia decente;
5. Negamos escolas de qualidade;
6. Negamos pesquisas avançadas no campo do bem estar social;
7. Consumimos trilhões de dólares em pesquisas para assassinatos em massa;
8. Consumimos trilhões de dólares em pesquisas espaciais quando, na Terra, não possuímos meios de combate a pandemias;
9. Consumimos bilhões de dólares construindo estádios esportivos enquanto maciça parcela da humanidade se amontoa em promíscuas favelas;
10. Finalmente, permitimos que as drogas alucinógenas destruam nossa juventude, os homens de amanhã.

Como será o amanhã da humanidade da Terra ? A quem tudo isso interessa ? Já se perguntaram ?

Será que continuam nos negando “comer” da árvore do bem e do mal ? E, também, da árvore da vida ?

Ao que parece, poucos entenderam a mensagem proclamada nos evangelhos:

“Vós sois deuses”.

Essa mensagem não significa herança de um deus teológico, seja o Deus cristão, ou o muçulmano, ou o hindu, mas sim que, se somos herança genética de extraterrestres e eles, nos primórdios da Terra, foram chamados de deuses, pelas façanhas de que eram capazes de fazer, então, como “seus filhos”, também somos deuses.

É a isso que a mensagem se referia. Então, convenhamos, somos, ou não, uma raça primitiva que, comodamente sentada frente à televisão alienadora, permanece esperando que “deus” venha trazer-lhe a solução numa bandeja?

(Texto: Luiz Antonio Brasil - CONTINUA )