12 de novembro de 2013

A GRANDE MORADA XI



8 - O princípio da Terra

“Então Deus disse: “Vamos criar um homem segundo nossa imagem e semelhança.” GÉNESIS 1:26

À imagem de quem foram criados os humanos da Terra ?

Grifei a frase acima porque a considero de relevante importância. Exatamente isso: somos a imagem de quem ? Vejamos o que os autores nos respondem.

Muitas das escrituras mais antigas insinuam que o desenvolvimento humano foi guiado pelos deuses que desceram do céu. Inclusive os antropólogos são conscientes do desenvolvimento inusualmente rápido do Homo Sapiens.

Alguns antropólogos estimam que a espécie Homo Sapiens parece estar milhões de anos à frente de sua era.

Enquanto o desenvolvimento evolutivo entre o Australopitecus avançado e os Neandertais durou mais de dois milhões de anos, foram encontradas evidências completas de que o Homo sapiens (Cro-magnon) apareceu, aproximadamente há 35.000 anos. Mas o que é mais intrigante ainda, é que enquanto se segue encontrando restos humanos, os arqueólogos têm descoberto restos de um Homo sapiens anterior na zona oeste da Ásia e no norte da África. Estes restos datam de 250.000 anos antes do Cro-magnon. Deve-se ter em conta que o Homo Sapiens não tem nenhum precursor evolutivo.Nada se converteu em Homo sapiens, a espécie simplesmente apareceu.

(Australopithecus = Latin: australis que significa “do sul” – grego: pitekos “macaco”. Gênero de hominídeo extinto, bastante próximo ao gênero Homo. Um fóssil encontrado na África foi datado de 2,5 a 2,9 milhões de anos atrás. - - - Homo neanderthalensis = habitou a Europa e Ásia de 300 mil anos atrás até 29 mil anos atrás.)

E´ possível que os extraterrestres tenham tido interesse em intervir na evolução da Terra? No caso de que assim tenha sido, que poderiam obter dos humanos da Terra ? Talvez fosse uma maneira deles de acelerar sua própria evolução. Parece evidente que houve três grupos principais que orquestraram o Princípio da Terra.

Os identificamos como:

• Os Fundadores
• Um grupo de Lira
• Um grupo de Sírio

Os Fundadores facilitaram o Início a partir de um ponto não físico, e foram supervisores de todo o projeto. Sem saber dessas influências não físicas, os liranos orquestraram, fisicamente, o início e empregaram um grupo de Sírios para ajuda-los.

Cada grupo teve seus próprios motivos para estar aqui presente naquele momento. Mas, embora os motivos fossem diferentes, a meta era a mesma, a criação de uma raça humanoide na Terra.

Como já referimos anteriormente, os pleiadianos se envolveram com a evolução da Terra buscando seu próprio benefício. Pensaram que se interagissem com os humanos, não só iriam ser capazes de formar parte do desenvolvimento de seu anterior lugar, mas, também iriam poder aprender tudo a respeito da negatividade e integração, sem ter que encarnar-se diretamente num mundo que estava, precisamente, nessa fase. Os que pensaram assim foram persuadidos por um grupo de liranos que era, perfeitamente, consciente da compatibilidade genética dos pleiadianos com os novos humanos que se desenvolviam na Terra.

O grupo lirano, (uma combinação de várias raças liranas) sempre estava fazendo seus experimentos. Como os humanos, os liranos têm certos impulsos instintivos (como, por exemplo, a procriação).

Esses extraterrestres tinham suas próprias planificações porque queriam rivalizar com seus “criadores”, os Fundadores, e prosseguiam com os experimentos genéticos. Os Fundadores sabiam, perfeitamente, que o incesto iria causar o extermínio da raça e, por isso, sempre estavam buscando novos remanescentes para manter o fundo genético misturado. Houve outra motivação importante por parte dos liranos para envolver-se com a Terra.

Depois de éons de conflito entre as raças procedentes de Lira (Vega, Sírio, Órion, etc), estavam cansados de criar civilizações que se polarizavam e não conseguiam uma existência pacífica. Eles estavam determinados que a Terra tivesse que ser o planeta baseado na integração, em lugar da polaridade.

Apenas para rememorar, estar polarizado significa ter predominante uma das duas tendências: a positiva ou a negativa. A pacificação só acontece quando ambas estejam integradas como foi visto nos textos V e VI.

O grupo lirano pensou que, talvez, o que faltou ao longo de todo aquele tempo foi um planeta cujo início já estivesse integrado, ao invés de um que seguisse espalhando as sementes da polaridade de outros sistemas estelares. Com isso em mente, começaram a formular um plano muito rígido para o Início da Terra. Os Fundadores, entretanto, tinham outros planos. Eles sabiam que a Terra ia ser, possivelmente, o lugar ideal para curar o drama de Órion, e, por isso, teria que ficar num estado polarizado para poder resolver o conflito. Os Fundadores sabiam que a Família Galáctica aprenderia, finalmente, o que era a integração graças à experiência de resolução da polaridade na Terra. Assim eles permitiram que o grupo de Lira desse continuidade ao seu plano porque, de certa forma, finalmente, iria impulsionar o plano cósmico.

Aqui vemos que mentes superiores, de fato, comandavam o início da civilização na Terra.

Os liranos queriam o planeta, desde seu início, na condição, digamos, de inocência perene. Os de Lira (Vega, Sírio, Órion, etc) optavam pela polarização porque através desta tentariam, mais uma vez, curar seus dramas, ou o drama de Órion.

Supervisionando tudo isso estavam os Fundadores, comandantes reais, que, por sua vez, decidiram que a polarização da civilização do planeta Terra seria mais benéfica.

E assim estamos nós, até hoje, vivendo essa tentativa de curarmos esse drama de muitos milhões de anos que é o de compreender e praticar o Amor Incondicional.

No que respeita ao grupo sírio, suas motivações estavam mais próximas de casa. Eles consideravam que a Terra formava parte do sistema estelar ternário de Sírio; acreditavam, por isso, ter o direito a manipular a genética da Terra.

Seu interesse consistia em estabelecer raças primitivas humanoides para que estes seres lhes servissem nos trabalhos manuais, enquanto eles prosseguiriam expandindo suas colônias, incluída a Terra. Assim, pois, apoiaram o projeto lirano sem esquecer-se de suas próprias metas. Começou, portanto, o projeto Iniciação da Terra.

Ao longo de muitos milhares de anos, e durante a primeira fase do projeto de Iniciação da Terra, os liranos* observaram, com olhos atentos, a raça de primatas que estava se desenvolvendo na Terra.

*Estes liranos, como outros, são conhecidos pelo termo hebraico נְפִלנ ְפִיל ‘nefilins’ significa desertores, caídos, derrubados. Em aramaico ‘Nephila’ designa a constelação de Orion, que entre os hebreus era o anjo Shemhazai (Semyaza, Samyaza, Semyaze), conforme relatado no Livro de Enoque. Nefilim significa, literalmente, “aqueles que vieram do céu”. O Gênesis 6:4 diz:

“Naqueles dias – um pouco mais à frente diz – quando os filhos de Deus se juntaram com as filhas dos homens para procriar, os Nefilim estavam na Terra. Eles foram os heróis antigos, homens de fama”.

O termo hebreu original traduzido como “de fama” é shem que significa, literalmente “veículo do ar”, provavelmente foguete. De modo que o texto bíblico diria: “Ele eram os heróis antigos, gente procedente de foguetes”. Por muitas ocasiões tomaram amostras e introduziram ligeiras alterações nas estruturas do DNA. Em pontos críticos do desenvolvimento inseriram material genético dos pleiadianos** (e de outros grupos) nesses primatas. **Como já se comentou anteriormente, os pleiadianos levavam genética da Terra que se integrou com êxito nos quadros de Lira. Por isso eles se converteram na melhor opção para semear os terranos na Terra.

Ao longo de dilatados períodos se fez cada vez mais evidente que a evolução avançava a um ritmo muito acelerado. Quando isto se tornou inquestionável, iniciaram os experimentos cruciais com o protótipo.

A história de Adão e Eva é um dos poucos legados que ficou para recordar, sutilmente, à humanidade o seu começo. Este conto contem referências simbólicas da saga que ocorreu concernente ao tipo de espécies que herdariam a Terra. E como já foi mencionado, o grupo lirano quis conseguir uma espécie baseada na integração. Por isso pensaram que essa espécie não devia conhecer a polaridade, isto é, “o bem” e “o mal”. Eles controlaram, estritamente, o ambiente destes novos humanos para que ficassem centrados no desenvolvimento de um veículo [Corpo] perfeito para a integração.

Não queriam que os novos humanos se convertessem neles – se polarizassem. O que o grupo lirano não percebeu foi que ao mesmo tempo estava restringindo os novos humanos das possibilidades de escolha. Depois de gerações de trabalhar com genética de primatas e extraterrestres, o grupo lirano desenvolveu um protótipo humano cujo significado “terrestre” foi traduzido como “Adão”. O protótipo Adão foi incorporado à Terra em diversas regiões para testar sua capacidade de adaptação. (Houve muitos Adãos). Quando o protótipo se tornou, satisfatoriamente, adaptado, os adãos foram retirados.

“Então o senhor Deus fez cair um profundo sono sobre o homem, e este dormiu. Então Ele tirou uma de suas costelas (ou parte do lado), e fechou a carne neste lugar.” Genesis 2:21

Mediante clonação e engenharia genética, se criou um protótipo feminino que recebeu o nome “Eva”. Ambos foram devolvidos ao seu ambiente e observado de perto. Partindo do desejo de criar uma espécie que não conhecia nada de polaridade, os liranos ensinaram aos assistentes que atendiam aos protótipos que estava proibido dar a eles o conhecimento desse conceito; de fato negou-se [aos protótipos] esse direito de escolha, algo que era garantido a todos os seres divinos.

Graças a isso pode-se entender o significado da expressão bíblica atribuída a Deus:

“Podeis comer, livremente, dos frutos de cada uma das árvores deste jardim; mas da árvore do Conhecimento do Bem e do Mal (polaridade) não deveis comer, pois no dia que o fizerdes morrereis”. 22 - Genesis 2:16

Os sírios que trabalhavam com o grupo de liranos não estiveram de acordo com essa filosofia. Eles notaram que o desejo pessoal dos liranos de criar essa espécie não estava alinhado com os direitos das formas humanoides. Estes sírios, embora desejassem desenvolver uma raça humana para seus próprios propósitos, descobriram que sentiam verdadeiro afeto pelos novos humanos.

Apesar dessa dualidade, decidiram intervir dando, inesperadamente, aos humanos a oportunidade de escolher. O grupo de sírio advertiu aos humanos:

“E a serpente*** disse à mulher: “Vocês não morrerão, pois que Deus sabe que no dia que comerem dessa árvore seus olhos se abrirão e se tornarão iguais a Deus, conhecendo o Bem e o Mal” 24 - Génesis 3:4

*** A serpente é um símbolo arquetípico que se encontra em muitos mitos antigos como símbolo da inteligência, sabedoria. Em textos sumérios, Enki o deus (sírio) que protege a humanidade, também é caracterizado como uma serpente.

Ao se verem frente com o direito de escolha e a necessidade de decidir sobre sua existência, os humanos adquiriam a consciência da terceira densidade. Quando se deram conta de que haviam sido enganados por “Deus” optaram pelo conhecimento. Uma vez feita a escolha de receber o conhecimento com respeito à polaridade, foram totalmente ancorados no físico.

Conhecimento é o oposto da ignorância. Observem que a principal arma de governos despóticos é o de manter seus povos na mais completa ignorância. Nega-se estudos de qualidade, nega-se projetos de pesquisas avançadas, nega-se meios de comunicação livres. Tudo isso para se perpetuarem no poder, pois um povo ignorante é muito mais fácil de ser governado. E foi isso o que “Deus” – os liranos – propunha manter na Terra. E parece que até nossos dias essas tentativas ainda continuam.

Agora possuíam um ego, ou o conhecimento do “Eu sou”, e também tomaram consciência de si mesmos.“Então o senhor Deus disse:

“Eis que o homem se tornou como um de nós, conhecendo o Bem e o Mal [polaridade]. Mas que não se permita que ele estenda a mão, tome, e come, também, da árvore da vida e viva para sempre.”” 25 - Gênesis 3:22

Não faz falta dizer que o grupo de liranos não estava muito satisfeito. Em sua insatisfação negaram aos humanos o conhecimento da Árvore da Vida (Herança divina). Na Bíblia, relata o Livro do Gênesis 6:4:

“Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de [Elohim] אלהים adentraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.”

Podemos conhecer um pouco das características físicas dos Nefelins no Livro de Deuteronômio 9:2:

“Um povo grande e alto, filhos dos anaquins (descendentes dos nefilins ), que tu conhecestes, e dos quais tens ouvido dizer: Quem poderá resistir aos filhos de Anaque?”

Flávio Josefo faz uma distinção entre os gigantes e o fruto das relações entre os "Filhos de Deus" e as "filhas dos homens", quando afirma em sua obra:

"... e os grandes da terra, que se haviam casado com as filhas dos descendentes de Caim, produziram uma raça indolente que, pela confiança que depositavam na própria força, se vangloriava de calcar aos pés a justiça e imitava os gigantes de que falam os gregos." (Antiguidades Judaicas).

Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs.

Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki é de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível.

Deste modo a raça humana foi obrigada a desenvolver-se sem o conhecimento de sua conexão com a Família Galáctica e com o Todo.
Isso foi um verdadeiro desafio. Para assegurarem que os humanos não iriam buscar esse conhecimento, o grupo lirano decretou algumas precauções:

“...a leste do jardim Ele posicionou o querubim e a espada de fogo que podia rodar em qualquer direção para salvaguardar o caminho para a Árvore da Vida.”

Deixaram à humanidade sua herança – o legado de Órion (retratado, simbolicamente, como uma espada) sem demonstrar nada a respeito de sua resolução.

O legado de Órion – Este é a polaridade negativa de que estavam possuídos e que se propaga até os tempos atuais.

Existem sugestões nos antigos textos sumérios que o querubim é, realmente, um aparelho mecânico, ou robótico, que, neste caso, protegeria a Árvore da Vida.

Qual é a tradução literal de “Árvore da Vida” ? Em sumério a palavra para Árvore da Vida era GISH.TIL.

GISH significa “um aparelho feito por homens”; TIL significa (e também significa em hebreu contemporâneo) “míssil”.

Em lugar de falar de uma verdadeira árvore, pode ser que signifique “o veículo para a vida” ou nave espacial. Nos legados sumérios existem claras descrições de foguetes e também de homens que saúdam a estes foguetes.

Parece claro que o fato de que os deuses posicionaram os querubins para evitar que os humanos se aproximassem da Árvore da Vida foi, em realidade, uma negação aos humanos do conhecimento de sua herança.

Nunca mais se permitiria aos humanos da Terra mesclar-se, abertamente, com os deuses, ou abandonar o planeta com eles.
Os seres humanos foram expulsos dos céus.

O que aconteceu com o grupo sírio que interferiu com os planos dos liranos ? A causa dessa interferência esteve ligada, energeticamente, ao desenvolvimento da Terra. Sempre tiveram muitos trunfos escondidos nas mangas, e neste caso foram os que riram por último.

Quando trabalharam com o grupo lirano no programa genérico inseriram um código latente de DNA dentro das células humanas. Este código se dispara quando de uma vibração acelerada que acontece quando uma civilização começa a desenvolver-se espiritualmente.

À medida que a Terra avança, aceleradamente, para a consciência de si mesma e para a quarta densidade, (circunstância que está ocorrendo agora mesmo), o código se ativa. Uma vez ativado, a humanidade desenrola sua ilimitada visão, similar a uma corda antes enroscada, até que a manifestação de Tudo O Que É se torna visível. Era a maneira dos sírios permitirem que a humanidade “comesse”, depois de tudo, da Árvore da Vida.

Desde estes primeiros impulsos no planeta Terra a humanidade tem aguardado um desafio. Da mesma forma que foi dito, os “filhos” semeados contém, por regra geral, códigos genéticos e atitudes profundamente arraigadas dos “pais”.

Se, realmente, a Terra foi semeada a partir do ponto de desigualdade e de ausência do livre arbítrio, é possível que isto possa explicar por que os humanos de muitas raças atuais carregam uma crença subjacente na superioridade da raça caucasiana (o grupo lirano) ?

É possível que o fanatismo racial alongue suas raízes até aquele momento em que se semeou este planeta ? Os primeiros textos disponíveis a qualquer pesquisador sugerem, precisamente, isso.

Os registro sumérios fazem referência aos “cabeças negras” que trabalhavam para os deuses nas minas da África.

Se isso for certo – que a humanidade carrega padrões de seus antepassados – então este desafio não tem feito mais que começar a romper-se desta maldição divina lançada sobre a humanidade, o que faz supor ser a chave para libertar a raça humana.

Durante o passado da Terra, a raça humana tem recebido sinais contraditórios por parte dos deuses. Houve épocas (algumas das quais estão registradas nos textos sumérios, por exemplo, o grande dilúvio) nos quais os humanos foram abandonados e deixados para morrer no planeta, enquanto os deuses, em quem eles confiavam, embarcavam em suas naves espaciais e desapareciam.

Durante essas épocas alguns deuses resgataram (“ilegalmente”) humanos escolhidos. Isto criou um código emocional na espécie humana que se mobiliza em tempos de crises.

O código relembra ambos os padrões e ativa uma luta entre o medo do abandono e a alegria de ser salvo. É imperativo que a raça humana resolva esta dependência dos deuses e se torne autossuficiente.

Na atual Terra, há grupos de extraterrestres cujo código está muito enraizado no passado que prometia a salvação. Aproximam-se dos humanos como seres físicos do espaço e falam, telepaticamente, com aqueles que possam escutar sua frequência.

Muitas vezes denominam diversos humanos da Terra “comandantes” ou “os eleitos”, quer dizer, continuam tentando o ego humano para perpetuar seus próprios sentimentos de superioridade.

Embora estes grupos que não pertencem a este planeta tenham boas intenções, continuamente, recordam o fosso entre o medo ao abandono e a alegria da salvação, fomentando, com isso, uma crença elitista. Conforme os humanos assumam seu próprio poder e entrem no amadurecimento planetário, estes grupos residuais também se transformarão.

A maioria de outros grupos extraterrestres tem aprendido de suas ações passadas e deseja a resolução deste conflito de uma vez por todas.

Do ponto de vista dos Fundadores, o Plano se desenvolveu perfeitamente.

O grupo lirano necessitava repetir o cenário para seu próprio crescimento. Estes “deuses” extraterrestres deixaram na Terra pistas que finalmente ajudarão este planeta se despertar e reconhecer sua herança.

Quando a humanidade despertar e rememorar este conhecimento, aparecerão os recursos necessários para resolver o drama de Órion. A solução virá, graças, à permissão. Se a raça humana, verdadeiramente, for capaz de permitir a diversidade dentro da unidade, e não julgar, se criará o Céu na Terra.

“Diversidade dentro da unidade”: Exatamente isso o que temos, mas ainda não reconhecemos. Isto é, observem a imensa diversidade de seres e raças existentes na Terra. Contudo, ainda não se conseguiu uma coexistência pacífica e humanitária entre toda essa diversificação.

Parece que o sistema comercial é que, independente da vontade humana, impulsiona, não só a miscigenação das nações e seus povos, mas, também, de famílias que se transferem de uma região a outra do globo. Apesar disso, porém, o sistema comercial ainda carrega em seu bojo o estigma da arrogância em que nações mais desenvolvidas tentam sufocar as menos equipadas.

Acredito que os Fundadores continuem no ápice desse processo. Seres de elevada capacidade mental que, nos costumes humanos, são chamados de anjos, protetores, guias, etc, e, por que não dizer, Deuses. Afinal, se olharmos sem paixão e vaidade, ainda somos uma raça bem primitiva porque:

1. Exterminamos nossos semelhantes;
2. Permitimos que nossos semelhantes pereçam de fome, quando há tanto alimento no planeta;
3. Fazemos experimentos de drogas farmacêuticas nas pessoas de culturas indefesas, como em algumas nações da África. Será que estão fazendo isso só na África ?
4. Permitimos que esmagadora maioria da população da Terra não tenha moradia decente;
5. Negamos escolas de qualidade;
6. Negamos pesquisas avançadas no campo do bem estar social;
7. Consumimos trilhões de dólares em pesquisas para assassinatos em massa;
8. Consumimos trilhões de dólares em pesquisas espaciais quando, na Terra, não possuímos meios de combate a pandemias;
9. Consumimos bilhões de dólares construindo estádios esportivos enquanto maciça parcela da humanidade se amontoa em promíscuas favelas;
10. Finalmente, permitimos que as drogas alucinógenas destruam nossa juventude, os homens de amanhã.

Como será o amanhã da humanidade da Terra ? A quem tudo isso interessa ? Já se perguntaram ?

Será que continuam nos negando “comer” da árvore do bem e do mal ? E, também, da árvore da vida ?

Ao que parece, poucos entenderam a mensagem proclamada nos evangelhos:

“Vós sois deuses”.

Essa mensagem não significa herança de um deus teológico, seja o Deus cristão, ou o muçulmano, ou o hindu, mas sim que, se somos herança genética de extraterrestres e eles, nos primórdios da Terra, foram chamados de deuses, pelas façanhas de que eram capazes de fazer, então, como “seus filhos”, também somos deuses.

É a isso que a mensagem se referia. Então, convenhamos, somos, ou não, uma raça primitiva que, comodamente sentada frente à televisão alienadora, permanece esperando que “deus” venha trazer-lhe a solução numa bandeja?

(Texto: Luiz Antonio Brasil - CONTINUA )




11 de novembro de 2013

O LIVRO PERDIDO DE ENKI XVI



A SÉTIMA TABULETA

Ao Abzu, longe do Edin, sejam expulsos! Assim o ordenou Enlil; Adamu e Ti-Amat foram expulsos do Edin ao Abzu.

Enki os pôs em um recinto entre as árvores; deixou-os para que se conhecessem. Enki viu com alegria o que Ningishzidda tinha provocado:

Ti-Amat estava pulando com um menino.Ninmah veio para observar o parto: um filho e uma filha, gêmeos, hãolhes nascido aos Seres Terrestres!

Ninmah e Enki viam os recém-nascidos com assombro, era uma maravilha como cresciam e se desenvolviam; os dias eram como
meses, os meses acumulavam anos para a Terra. Para quando Adamu e Ti-Amat tiveram outros filhos e filhas, os primeiros já estavam procriando por si mesmos! Antes que tivesse passado um Shar de Nibiru, os Terrestres estavam proliferando.

Aos Trabalhadores Primitivos lhes tinha dotado de entendimento, entendiam os mandatos; estavam desejando estar com os Anunnaki, trabalhavam duro e bem com suas rações de comida, não se queixavam do calor nem do pó, não resmungavam dizendo estar desancados; os Anunnaki do Abzu se viram liberados das penúrias do trabalho.

O ouro vital ia chegando ao Nibiru, a atmosfera de Nibiru ia sarando lentamente. A Missão-Terra prosseguia para satisfação de todos. Entre os Anunnaki, Aqueles Que do Céu à Terra Vieram, também havia esponsais e procriação.

Os filhos de Enlil e Enki, de entre irmãs e meio-irmãs, de entre heroínas curadoras tomaram forma. A eles, nasceram-lhes filhos e filhas na Terra.

Embora estivessem dotados com os ciclos vitais de Nibiru, viram-se acelerados pelos ciclos da Terra. O que ainda estaria em fraldas no Nibiru, na Terra se converteu em menino; que havia começado a engatinhar estando no Nibiru, nascendo na Terra já estava correndo por aí.

Muita alegria houve quando lhes nasceram gêmeos a Nannar e Ningal, uma filha e um filho tiveram; Ningal os chamou Inanna e Utu. Com eles, se fazia presente a terceira geração dos Anunnaki na Terra! Se os atribuíram trabalhos aos descendentes dos líderes; repartiram-se algumas tarefas de antigamente, entre os descendentes se faziam mais fáceis.

Às tarefas de antigamente, lhes acrescentavam novas tarefas. Sobre a Terra o calor era crescente, a vegetação florescia, criaturas selvagens percorriam a terra; as chuvas eram mais fortes, os rios emanavam, terei que reparar as moradas. Sobre a Terra cada vez fazia mais calor, as zonas de branca neve se fundiam em água, os oceanos não continham as barreiras dos mares.

Das profundidades da Terra, os vulcões arrojavam fogo e enxofre. No Mundo Inferior, o lugar de cor branca de neve, a Terra grunhia; na ponta do Abzu, Enki estabeleceu um lugar de observação, confiou o mando a seu filho Nergal e a sua esposa Ereshkigal. Algo desconhecido, algo insólito, está se forjando ali abaixo!, disse Nergal a seu pai, Enki.

No Nibru-ki, o lugar do Enlace Céu-Terra, Enlil observava as voltas celestes, comparava os movimentos celestes com os ME das Tabuletas dos Destinos; Há alvoroço nos céus!, disse-lhe Enlil a seu irmão Enki. Do planeta Lahmu, o lugar da estação de passagem, Marduk se queixava a Enki, seu pai.

Fortes ventos estão perturbando, estão levantando irritantes tormentas de pó! Estas palavras lhe transmitiu Marduk a seu pai, Enki: No Bracelete Esculpido está havendo transtornos!

Sobre a Terra, caía enxofre do céu. Demônios desumanos que causavam estragos, aproximavam-se violentamente à Terra, inflamavam-se com fogos chamejantes no céu.

Traziam a escuridão a um dia claro, faziam estragos com tormentas e Ventos Malignos. Estavam atacando a Terra como projéteis pétreos, Kingu, a Lua da Terra, e Lahmu também, viam-se afligidos por estes estragos.

Enlil e Enki transmitiram a Anu, o rei, palavras urgentes, alertaram aos sábios do Nibiru:

A Terra, a Lua e Lahmu se enfrentam a uma calamidade desconhecida! Desde o Nibiru, os sábios responderam; suas palavras não acalmaram os corações dos líderes: nos céus, a família do Sol estava tomando posições, os celestiais, dos quais a Terra é o sétimo, estavam escolhendo lugares.

Nos céus, Nibiru se aproximava, aproximava-se da morada do Sol. Nibiru se via perturbado pelos sete, em uma fileira dispostos, o atalho através do Bracelete Esculpido tinha desaparecido, tinha estado deslocando partes e peças do Bracelete!

Despojado da barreira celestial, Lahamu com o Mummu se escondiam perto do Sol, nos céus, Lahamu tinha abandonado sua gloriosa morada, via-se atraída para o Nibiru, o rei celestial, uma rainha do céu desejava ser! Para contê-la, Nibiru fez aparecer um monstruoso demônio da profundidade celestial.

Um monstro que pertenceu uma vez ao exército do Tiamat, forjado na Batalha Celestial, da profundidade celestial se abriu caminho, despertado de seu sonho pelo Nibiru. Como um dragão ondulante, estendia-se do horizonte até a metade do céu, uma légua tinha sua cabeça, cinquenta léguas de comprimento tinha, sua cauda era impressionante. Pelo dia, obscurecia os céus da Terra.

De noite, arrojava um feitiço de escuridão sobre o rosto da Lua. A seus irmãos, os celestiais, Lahamu pediu ajuda: Quem se enfrentará ao dragão, quem o deterá e o matará?, perguntava. Só o valente Kingu, em outro tempo protetor do Tiamat, adiantou-se para responder.

Kingu se apressou para interceptar ao dragão em seu atalho: Feroz foi o encontro, uma tempestade de nuvens levantou-se sobre o Kingu; Kingu se sacudiu até seus alicerces, a Lua se estremeceu e tremeu pelo impacto.

Depois, o transtorno celeste se acalmou, Nibiru voltava para sua distante morada no Profundo, Lahamu não abandonou seu lugar de morada, os projéteis pétreos cessaram em sua chuva sobre a Terra e Lahmu. Enki e Enlil se reuniram com Marduk e Ninurta, empreenderam a inspeção dos estragos.

Enki inspecionou os alicerces da Terra, examinou o que tinha acontecido com suas plataformas. Mediu as profundidades dos
oceanos, explorou as montanhas de ouro e cobre dos longínquos rincões da Terra. Não haverá escassez do ouro vital. Assim disse Enki.

No Edin, Ninurta foi o inspetor, onde as montanhas tremeram e os vales se estremeceram, em sua nave celeste, elevou-se e viajou. A Plataforma de Aterrissagem estava intacta; nos vales do norte, a Terra derramava líquidos ígneos! Assim lhe contava Ninurta a seu pai, Enlil; descobriu brumas sulfúricas e betumes. No Lahmu, a atmosfera estava danificada, as tormentas de pó interferiam com a vida e com o trabalho, Assim dizia Marduk a Enki.

Desejo voltar para a Terra!, revelou a seu pai. Enlil voltou de novo sobre seus antigos planos, reconsiderou as cidades que tinha planejado e suas funções. Terá que estabelecer no Edin um Lugar do Carro!, disse a outros. Mostrou-lhes os antigos desenhos do esboçado sobre a tabuleta de cristal.

O transporte do Lugar de Aterrissagem até a estação de passagem em Lahmu já não é seguro, temos que ser capazes de subir até Nibiru da Terra! Assim lhes falou Enlil.

Da primeira amerissagem, contavam-se já oitenta Shars. Vem agora o relato da viagem à Lua de Enki e Marduk, e de como Enki determinou os três Caminhos do Céu e as constelações.

Que se estabeleça o Lugar dos Carros, perto do Bad-Tibira, a Cidade do Metal, dali, leve o ouro diretamente da Terra ao Nibiru nos carros! Estas palavras lhes disse Ninurta, o comandante do Bad-Tibira.

Enlil teve em conta as palavras da Ninurta, seu filho; estava orgulhoso da sabedoria de seu filho. Enlil transmitiu rapidamente o plano a Anu, o rei, lhe dizendo estas palavras: Que se estabeleça um Lugar de Carros Celestiais no Edin, que se construa perto do lugar onde se funde e se refina o mineral de ouro. Leve o ouro puro nos carros diretamente da Terra até o Nibiru, que heróis e fornecimentos sejam gastos diretamente à Terra desde o Nibiru!

De grande mérito é o plano de meu irmão!, disse Enki a seu pai Anu.Mas uma grande desvantagem alberga em seu núcleo: a atração da rede da Terra é muito maior que a do Lahmu; para superá-la, nossas energias ficarão exaustas!

Antes que haja pressa por decidir, examinemos uma alternativa: perto da Terra há um acompanhante, trata-se da Lua! A atração de sua rede é menor, daí que se precise pouco esforço para ascender e descender.Consideremo-la como estação de passagem, que se nos permita ao Marduk e a mim viajar até ali!

Anu, o rei, apresentou à consideração de conselheiros e sábios os dois planos. Examine-se primeiro a Lua!, aconselharam ao rei.
Examine-se primeiro a Lua!, transmitiu Anu a decisão à Enki e à Enlil. Enki se alegrou enormemente; a Lua sempre lhe tinha resultado atrativa, sempre se tinha perguntado se haveria águas ocultas em algum lugar, e o que atmosfera possuía.

Nas noites de insônia, tinha observado encantado seu frio disco prateado, seus crescentes e decrescentes jogavam com o Sol, e lhe desejavam muito uma maravilha entre as maravilhas. Enki desejava descobrir que segredos a Lua conservava do Princípio.

Em uma espaçonave, fizeram Enki e Marduk sua viagem até a Lua; três vezes circundaram à companheira da Terra, observaram a profunda ferida que lhe tinha causado o dragão, a cara da Lua estava marcada com muitas depressões, obra dos destrutivos demônios.

Em um lugar de ondulantes colinas fizeram descender a espaçonave, em sua metade aterrissaram; desde aquele lugar puderam observar a Terra e a amplitude dos céus. Tiveram que ficar com os capacetes de águias; a atmosfera era insuficiente para respirar. Deram um passeio com facilidade, foram nesta e naquela direção; a obra do maligno dragão foi de secura e desolação. Não se parece com o Lahmu, não é adequado para uma estação de passagem!, disse Marduk a seu pai.

Vamos embora daqui, voltemos para a Terra! Não te precipite, meu filho! Assim disse Enki ao Marduk. Acaso não está enfeitiçado com a dança celestial da Terra, a Lua e o Sol? Daqui, a visão está limpa, a região do Sol está à mão, a Terra não pendura de nada, como um globo no vazio. Com nossos instrumentos, podemos explorar os céus distantes, nesta solidão podemos admirar a obra do Criador de Tudo!

Fiquemos, observemos as voltas, como circunda a Lua à Terra, como faz suas voltas a Terra ao redor do Sol! Assim lhe falava Enki a seu filho Marduk, excitado pelo que via.

Marduk se persuadiu com as palavras de seu pai; fizeram sua morada na espaçonave. Durante uma volta da Terra, durante três voltas, permaneceram na Lua; mediram seus movimentos com respeito à Terra, calcularam a duração de um mês.

Durante seis voltas da Terra, durante doze voltas ao redor do Sol,mediram o ano da Terra.Tomaram nota de como se emparelhavam ambos, fazendo desaparecer às luminárias. Depois, prestaram atenção à região do Sol, estudaram os atalhos do Mummu e do Lahamu.

Junto com a Terra e a Lua, Lahmu constituía a segunda região do Sol, Seis eram os celestiais das Águas Inferiores. Assim explicou Enki a Marduk. Seis eram os celestiais das Águas Superiores, estavam além da barreira, do Bracelete Esculpido: Anshar e Kishar, Anu e Nudimmud, Gaga e Nibiru; estes eram os outros seis, eram doze em total, doze era a conta do Sol e sua família. Dos transtornos mais recentes, Marduk inquiriu a seu pai: por que tomaram lugares em uma fileira sete celestiais? Assim perguntou a seu pai.

Enki considerou então suas voltas ao redor do Sol. Enki observou com atenção a grande volta destes ao redor do Sol, seu progenitor, as posições da Terra e a Lua marcou Enki em um mapa, Pelos movimentos do Nibiru, não descendente do Sol, esboçou a largura da grande volta.

O Caminho de Anu, o rei, decidiu Enki nomeá-la. Na amplitude dos céus profundos, pai e filho observaram as estrelas; Enki estava fascinado com suas proximidades e grupamentos.

Desenhou imagens de doze constelações, de horizonte a horizonte, em toda a volta dos céus. Na Grande Volta, o Caminho de Anu, emparelhou a cada uma com os doze da família do Sol, a cada uma designou uma estação, por nomes seriam chamadas.

Logo, nos céus por debaixo do Caminho do Anu, por onde Nibiru se aproxima do Sol, desenhou um caminho parecido a uma volta, designou-o o Caminho do Enki; também atribuiu a ele doze constelações por suas formas.

Aos céus por cima do Caminho do Anu, à Fileira Superior, chamou-a o Caminho do Enlil, também agrupou ali as estrelas em doze constelações. Trinta e seis foram as constelações de estrelas, nos três Caminhos estavam localizadas.

No sucessivo, quando Nibiru se aproxime e se vá, de sua Terra curso será conhecido pelas estações de estrelas, Assim se designará a posição da Terra enquanto viaja ao redor do Sol! Enki indicou ao Marduk o início do ciclo, a medida do Tempo Celestial: Quando cheguei à Terra, a estação a que dava final, a Estação de Peixes foi nomeada. Nomeei-a com meu próprio nome! «o das águas».

Assim disse Enki, com satisfação e orgulho, a seu filho Marduk. Sua sabedoria abrange os céus, seus ensinos ultrapassam minha
própria compreensão, mas na Terra e no Nibiru, o conhecimento e o governo andam separados! Assim lhe disse Marduk a seu pai.

Meu filho! meu filho! O que é o que não sabe, o que é o que joga em falta?, disse-lhe Enki. Os segredos dos céus, os segredos da Terra compartilhei contigo!

Ai, meu pai!, disse Marduk. Havia angústia em sua voz. Quando os Anunnaki no Abzu deixaram de trabalhar e te pôs a forjar ao Trabalhador Primitivo, não minha mãe, a não ser Ninmah, a mãe da Ninurta, para ajudar foi convocada, não eu, a não ser Ningishzidda, de mim o mais jovem, para ajudar foi convidado, com eles, não comigo, seus conhecimentos da vida e a morte compartilhou!

Meu filho!, respondeu Enki a Marduk. A seu mandato foi dado dos Igigi e Lahmu ser supremo!

Ai, meu pai!, disse-lhe Marduk. Da supremacia, pelo fado fomos privados! Você, meu pai, é o Primogênito do Anu; entretanto, Enlil, e não você, é o Herdeiro Legal; você, meu pai, foi o primeiro em amerissar e em fundar Eridú, entretanto, Eridú está nos domínios de Enlil, os teus estão no distante Abzu. Eu sou seu Primogênito, de sua esposa legítima no Nibiru nasci, entretanto, o ouro se reúne na cidade de Ninurta, para dali enviá-lo ou retê-lo, a sobrevivência do Nibiru está em suas mãos, não em minhas mãos. Agora voltamos para a Terra; qual será meu trabalho, o fado me destina à fama e a realeza, ou a ser humilhado de novo?

Em silêncio, Enki abraçou a seu filho, na desolada Lua lhe fez uma promessa:Isso do qual me privou , seu destino futuro será!
Seu tempo celestial chegará, minha estação junto à tua haverá!

Vem agora o relato do Sippar, o Lugar dos Carros no Edin, e de como os Trabalhadores Primitivos voltaram para o Edin.

Durante muitas voltas da Terra, pai e filho estiveram ausentes da Terra; na Terra, não se levava a cabo nenhum plano; no Lahmu, os Igigi estavam alvoroçados.

Enlil transmitiu ao Anu palavras secretas, suas preocupações transmitiu ao Anu desde o Nibru-ki: Enki e Marduk foram à Lua, durante incontáveis voltas se ficaram ali.

(Livro de Zecharia Sitchin - Continua)