17 de janeiro de 2011

CICLOS PLANETÁRIOS E IDADES


Tudo no mundo funciona em ciclos. Assim como as estações do ano, as fases da lua e as marés seguem movimentos periódicos, os planetas se deslocam ciclicamente, simbolizando, no macrocosmo, as fases da vida humana (microcosmo).

A idade e o amadurecimento tem uma íntima correspondência com os ciclos planetários e, apesar de cada ser humano reagir de forma diferente a estes ciclos, podemos delimitar as fases de desenvolvimento como entrada na adolescência, vida adulta, crise da meia idade, dentre outras.

Para determinar estas fases, a astrologia tem como base o estudo do mapa natal dos indivíduos e os trânsitos astrológicos, ou seja, o movimento dos planetas em cima deste mapa natal. Como os astros se movimentam em ciclos periódicos e geralmente invariáveis, pode-se determinar qual a idade que, por exemplo, um planeta em trânsito fará oposição a um planeta natal de uma pessoa.

Para a análise das fases do desenvolvimento de cada um, são usados os ciclos dos planetas mais distantes, que levam mais tempo para dar uma volta completa no Sol, ou, falando em termos astrológicos, para fazer uma revolução. Júpiter, quinto planeta do sistema solar, por exemplo, leva 12 anos para efetuar uma volta completa em torno do Sol, percorrendo um signo por ano. Por isso, os astrólogos identificam nas pessoas uma importante fase de Júpiter aos 12 anos, 24 anos, 36 anos e assim por diante, que é a época em que o planeta passa no mesmo ponto onde estava na hora do nascimento daquela pessoa. Também são levados em conta outros aspectos que o planeta em trânsito forma com o planeta natal, como trígonos, quadraturas e oposições.

A mesma técnica é usada em relação a Saturno, que dá uma volta em torno do Sol a cada 29 anos, Urano, 84 anos e Netuno, 164. Plutão é mais difícil de ser analisado, já que tem uma órbita bastante irregular, passando às vezes 20 anos em um signo e 10 anos em outro.

Cada período da vida de um indivíduo é distinto e requer habilidades, posturas e atitudes condizentes com este momento. Não há nada mais triste do que estar inadequado a idade que se está vivendo. Tudo isso deveria vir naturalmente, se o homem estivesse em harmonia, em sintonia com seus processos biológicos, psíquicos e mentais para encarar seus ciclos com naturalidade.

7 anos - Primeira quadratura de Saturno natal com Saturno em trânsito
Entre as inúmeras mudanças que as crianças atravessam durante seus primeiros anos de vida, as primeiras que podem ser observadas como verdadeiros indicativos do caminho para a fase adulta acontece por volta dos 7 anos, quando acontecem as primeiras transformações nos órgãos sexuais, tanto na menina quanto no menino, e o início da segunda dentição.


Trânsito de Saturno na idade de 7 anos:É nessa época que as crianças enfrentam a primeira quadratura de Saturno e têm que começar a encarar responsabilidades com que elas jamais se depararam. Saturno é limite, responsabilidade e, pela primeira vez na vida, as crianças devem se deparar com a dificuldade que envolvem estas características.

Neste período, começam os estudos de verdade, os exames e as notas. Uma eventual bobagem que a criança cometa não é mais encarada como uma ação de um ser inconsciente dos seus atos e aparecem cobranças em relação às suas responsabilidades. Durante esta fase, é natural que as crianças passem por épocas de insegurança, mas é a partir destas noções de dever e obrigação que começam a entrar na vida pública. Por isso, nesta época, a presença e o apoio dos pais é fundamental.

É nesta época que as crianças testam os seus limites face às autoridades e começam a compreender que o mundo é regido por leis que devem ser respeitadas e que estão acima das suas vontades. Falhas neste aprendizado de limites e respeito às autoridades podem acarretar num adolescente difícil, quando aos 14 anos ocorrer a primeira oposição de Saturno e as mesmas noções forem trazidas à tona novamente.

14 anos - A primeira oposição de Saturno: Ao completar 14 anos, o adolescente enfrenta a sua primeira oposição de Saturno em trânsito ao seu Saturno natal. As crises de desafio às autoridades e demarcações de limites são novamente trazidas à tona e provocam uma fase difícil na vida dos jovens.

Nesta época, os adolescentes crêem que os pais não sabem de nada e tudo é motivo para objeção. A permanente posição de rebeldia é intensificada pela quadratura de Saturno que influencia o jovem a adotar uma postura de questionamento em relação às autoridades e busca uma aceitação no grupo com que convivem, num sinal de reaparecimento da insegurança da infância. Os adolescentes mostram-se apaixonados pelo proibido, postura tal que refletirá o aprendizado de limite e autoridade que lhes foi passado pela primeira quadratura de Saturno, aos sete anos. As crianças que tiveram uma boa noção de responsabilidade nesta época, geralmente superam a crise da adolescência com maior facilidade.

Devido ainda à oposição de Saturno, o adolescente torna-se muito sensível à crítica e se sente sempre por baixo, o que procura disfarçar demonstrando arrogância. Ele se crê pressionado por todos os lados, pelos pais, escola, amigos, namoradas. É uma época de atitudes extremas, seja de revolta ou de passividade. É muito comum também neste período o confronto com a figura paterna, conflito este que é bem ilustrado no mito de Saturno.

21 anos - A segunda quadratura de Saturno: A época em que se atinge a maioridade legal constitui outro período em que somos forçados a encarar a nossa responsabilidade. Não por coincidência, aos 21 anos de idade, Saturno em trânsito entra novamente em quadratura com o Saturno natal, a exemplo do que ocorre aos sete anos de idade.

É um período em que tudo que nos oprime, todo tipo de autoridade parece voltar a funcionar como obstáculos da liberação final para a vida adulta. Os jovens se sentem impedidos de enfrentar a vida de adulto por uma série de empecilhos como a falta de formação, de preparo, dinheiro, as pressões familiares, todos eles simbolizados por Saturno. É tempo de desafio e os jovens de 21 anos estão dispostos a enfrentar todo o tipo de risco para conseguirem sua realização. Muitas vezes, uma crise provocada pela quadratura de Saturno leva os jovens a atravessarem períodos de dúvidas a respeito de suas escolhas - como opção de curso universitário ou a profissão pela qual optou - e não encontram espaço no mercado de trabalho.

É neste período também que as pessoas têm grandes aspirações e necessidades, que estão cansados dos longos anos de escola, faculdade, família, mas não têm ainda um retorno financeiro satisfatório para se tornarem totalmente independentes dos pais. É nesta idade em que o relacionamento com a família pode voltar a ser conturbado, como aconteceu aos 14 anos, quando volta um desejo de se contrariar os pais como forma de busca por espaço próprio.

A partir dos 21 anos, os jovens passam a ser vistos como adultos pela sociedade e passam a estar legalmente sob a sua própria tutela. Mas a libertação do seio familiar é algo muito mais complexo do que uma determinação legal e o jovem precisa aprender a ficar cada vez mais sozinho e por sua própria conta, o que não é nada fácil. Com esta nova crise espoletada por Saturno, o jovem sofre, mas é forçado a assumir de uma vez por todas os seus atos ou não encontrará espaço na sociedade.

28 anos - O retorno de Saturno: Entre os 28 e 30 anos de idade, ocorre o primeiro retorno de Saturno, ou seja, o planeta em trânsito se posicionará no mesmo local em que ele estava no momento de nascimento da pessoa e iniciará uma nova volta em torno do zodíaco.

Novamente, como em todo trânsito de Saturno, ocorre um doloroso rito de passagem, envolvendo responsabilidades, desta vez maiores do que nunca. A partir deste período, muitas coisas que antes eram parte de uma gama de opções se tornam definitivas. É o momento de determinar o que vai dar impulso aos próximos 28 anos e tudo o que é decidido tem sua repercussão e conseqüência.

Este período representa também o fechamento sobre todo o passado de dependência familiar, uma liberação final de tudo que ligava às servidões da infância e da adolescência, uma aquisição definitiva de autonomia. É o ponto final do caminho de relaxamento de responsabilidades dos pais sobre os filhos.

Aos 28 anos, as pessoas começam a se preparar para inverter os papéis. Nesta época, surge a necessidade crescente de se fundar um lar, ter filhos, educá-los e progredir profissionalmente. É a chegada definitiva da certeza da sua responsabilidade em relação aos outros, em que se procura gerar confiança em que os cerca e se começa a pensar seriamente no futuro. É o primeiro contato com a sensação de que o tempo passa e que a velhice não tarda a chegar, por isso a intensificação das cobranças internas. Não é mais tempo para ilusões e sim para definições.

Nesta época, as pessoas começam a adquirir um senso de responsabilidade não apenas para si próprios, mas também para aqueles que o cercam. Começa-se a perceber que as suas decisões terão influência na vida daqueles que amam. Agora, e cada vez mais, são os pais que passam a ser seus dependentes, o que aguça o sentido de cumprir sem falhas a sua missão, que é uma tarefa solitária e de extrema importância para toda a família. Mas, ao mesmo tempo, Saturno que é sempre associado a processos de diferenciação, individualização e separatividade, leva os indivíduos a procurarem dar a seus filhos uma educação diferente da que receberam. Paradoxalmente, com a nova aproximação dos pais, as pessoas se deparam tomando decisões surpreendentemente parecidas às deles.

Nessa época, as pessoas que ainda não se definiram na vida passam a se sentir muito angustiadas, porque o fantasma do fracasso começa a ameaçar. Freqüentemente, aos 28 anos as pessoas retomam os estudos, procuram caminhos profissionais definitivos e não mais bicos e trabalhos esporádicos. A crise provocada por Saturno sempre é complicada, já que mexe com assuntos como o tempo e a idade, fracasso, frustração ou sucesso. Todos estes aspectos são muito angustiantes porque abalam a auto estima de cada um.

O ciclo dos 28 anos de Saturno é completado quando se pode tomar nas mãos com segurança as rédeas e o controle da própria existência. Desligar-se do passado para apenas conservar dele as bases mais sólidas sobre as quais deve ser projetado e construído o futuro.

A CRISE DOS 40 ANOS: A chegada dos quarenta anos é conhecida como a entrada na meia idade. Se por um lado as pessoas não são mais jovens, com a vida toda pela frente a ser explorada e descoberta, também não são velhos em vias de aposentadoria e em busca de sossego. Freqüentemente, a entrada neste período não se dá de forma tranqüila e suave, mas ao meio de muitas crises, separações e definições de rumo de vida.

A famosa crise da meia idade, que dura alguns anos ou até mesmo a década inteira, pode provocar separações de casais, infidelidade, crises de consciência, insatisfação com o trabalho e, entre outros contratempos, o aparecimento de um novo sentimento que ainda não se mostrava presente: o medo da morte.

O período comprimido entre 40 e 46 anos é um dos mais importantes da vida e a astrologia procura explicar esta época, identificando uma série de aspectos planetários dissonantes, que podem indicar alguns esclarecimentos sobre estes duros anos.

Dos 36 aos 40 anos - Plutão em quadratura com Plutão: Outra configuração importante pela qual as pessoas passam com a aproximação dos 40 anos é a primeira quadratura do Plutão natal com o Plutão em trânsito. A idade precisa em que começa a quadratura pode variar entre 36 e 40 anos, já que Plutão é um planeta de órbita irregular.

O que este aspecto de quadratura vem ativar é o primeiro despertar contundente para questões relacionadas à morte e à regeneração. Aos quarenta anos, as pessoas começam a perceber cada vez mais que não são eternas, adquirindo a sensação de já terem ultrapassado a metade do seu caminho na vida.

A ação primordial de Plutão é de DESTRUIR para RECONSTRUIR, colocando diante de nós as conseqüências de nossas atitudes e erros. É um trânsito relacionado com ajuste de contas, um período em que suas ações anteriores serão refletidas em conseqüências. Muitas vezes, privilégios são perdidos e posições de destaque são revertidas, formando um mal que pode vir para o bem, se as perdas forem encaradas como uma espécie de limpeza de campo para abrirem espaços a renovações.

É nesta idade que a perda do emprego é mais fortemente sentida. Em épocas de desemprego, as gerações mais velhas possuem cargos de confiança que dificilmente perdem neste estágio da carreira e já estão caminhando para a segurança da aposentadoria. As gerações mais novas têm mais chances de conseguir um emprego. As pessoas de quarenta anos encontram maiores dificuldades e, se não tiverem poder de reação para reverter o quadro, dificilmente conseguem superar a situação. Esta dificuldade para se reerguer é reforçada pelo trânsito de Plutão, que coloca os indivíduos em posição paralizante, em que ele se sente, ao mesmo tempo, impotente e vítima das circunstâncias, como se a solução dos problemas fugissem da sua capacidade de resolvê-los. Mas deve-se perceber que estas dificuldades não são insuperáveis, elas geralmente implicam numa destruição com regeneração.

Como Plutão é um planeta de trânsito lento, ele tem grande influência em relação às gerações. Uma quadratura de Plutão, como esta que se forma aos 40 anos, pode significar conflito com outras gerações, o que se observa freqüentemente em relação aos pais e seus filhos adolescentes. É nesta época que o jovem passa a tomar papel de destaque e os indivíduos da geração de 40 anos passam a se sentir atropelados pelos que chegam com novas situações e valores para os quais a sua geração não estava preparada.

Dos 40 aos 42 anos - Urano oposto a Urano: Por volta dos 40 anos, um novo ciclo de vida se inicia. Sem razão aparente, as pessoas começam a enfrentar crises de consciência e têm acessos de revolta, muitas vezes violenta. Aparece nos que chegam a esta idade uma vontade de mudar a vida por completo e de voltar a ser o adolescente que foi. É um período extremamente perigoso, em que as pessoas podem sofrer transtornos profundos se as atitudes a serem tomadas não forem pensadas com cuidado.

É geralmente na vida conjugal que se vivem as maiores crises, devido ao desejo de maior independência e renovação. Mas às vezes, o que muitos falham em enxergar, é que estes conflitos internos não precisam necessariamente acabar em separação. Em muitas ocasiões, apenas uma mudança de ares acalma o desejo por algo novo. É inegável que muitos casais que atravessam esta crise não conseguem escapar ilesos e acabam encarando uma separação inevitável.

A degradação nos relacionamentos é expressada no aspecto de oposição do Urano natal com o Urano em trânsito, que está associado ao diferente, àquilo que parece ser o inverso da personalidade natural daquela pessoa. A oposição também faz com que se procure a companhia dos mais jovens, para conseguir uma sensação de liberdade e vivenciar um pouco a falta de compromissos. Os pais que têm filhos adolescentes, sentem-se fascinados e ao mesmo tempo irritados com a fase atravessada por eles, muitas vezes até invejando inconscientemente a independência e audácia que possuem, enquanto eles próprios estão enfrentando impulsos semelhantes. Por esse motivo, é bastante comum encontrarmos pessoas na faixa dos quarenta tendo romances com jovens da idade dos seus filhos, representando uma sensação tentadora de reencontro com a própria juventude. Também é despertada uma crescente preocupação com o corpo, aparência e forma física, características associadas à capacidade de amar.

Mas as paixões repentinas podem acontecer sem serem sentimentais, ligadas a uma pessoa, mas sim a uma coisa ou um hobby. Surge uma fascinação repentina por carros, política, uma arte ou um esporte, que antes não despertavam nenhum interesse. Não são raras as vezes quando estas novas manias representam algo que a pessoa não pôde ter durante a adolescência, por repressão familiar ou qualquer outro fator externo e que ressurgem 25 anos depois.

A vida profissional também é afetada pela oposição do Urano natal com o Urano em trânsito. Experimenta-se um sentimento de saturação, de rotina enfadonha, de irritação com os hábitos e repetições das pessoas no ambiente de trabalho. Os horários são os mesmos, o caminho para o trabalho é o mesmo e o desejo por mudanças passa a se tornar insuportável. Por isso, é importante procurar reciclar-se com cursos e estudos, não só para aprimorar o desempenho no trabalho, mas para que haja algo novo a ser aplicado no dia a dia.

O que não se percebe é que todo o esforço com a aparência, status ou dinheiro deveria ser dividido também para tratar de reformas internas, de libertação interior. Que tipo de liberdade é esta, se uma pessoa é prisioneira de sua aparência externa? A liberdade real acontece justamente quando ela reivindica outros tipos de valores, livrando-se da pressão do julgamento dos outros. A atitude importante a ser tomada quando se atravessa esta quadratura de Urano é inverter a situação de "exigências automáticas", aprender a se libertar destas pressões e não lutar contra elas.

44 anos - Saturno oposto a Saturno: Por volta dos 44 anos, as graves dissonâncias enfrentadas no início dos 40 começam a atenuar-se e os indivíduos encontram-se mudados de alguma maneira. Eis que inicia-se o último grande trânsito desta fase, que é a oposição do Saturno natal com o Saturno em trânsito. É uma época de fadiga emocional e existencial. Depois de tantos confrontos, as pessoas têm a sensação de exaustão e derrota. É de fato o limite da crise dos quarenta, que alcança o final de uma fase da vida, mas que aponta para outra.

A configuração saturnina costuma incitar o fechamento sobre nós mesmos e a sensação de pessimismo e más conseqüências vindouras. Temos tendência a dramatizar e agravar as tensões em vez de procurar reduzí-las. A auto-cobrança também aumenta sensivelmente e as exigências externas, que já parecem excessivas, são reforçadas pelas exigências feitas pelos próprios indivíduos em questão e nada parece dar certo.

Para lidar com este trânsito e superá-lo sem maiores inquietações, é preciso entender que Saturno trata de limites. Se as coisas que o cercam estão limitando a sua vida, você precisa impor um limite a essas coisas, priorizar assuntos, separando o imprescindível daquilo que você pode ignorar. Muitas vezes, fazemos cobranças sobre nós mesmos a respeito de assuntos que não deveriam nos inquietar tanto e sem percebermos, acabamos estressados sem razão. Se você tinha planejado fazer uma macarronada com molho de tomate para o jantar, por exemplo, mas não deu tempo de passar no supermercado para comprar o tomate, o que se deve fazer é um molho branco e não se inquietar ou sair às pressas para fazer compras. É uma época de reconhecer as limitações e ser humilde para pedir ajuda.
(Márcia Mattos - Astróloga)

LIVRO PERDIDO DE ENKI V


Algumas placas sumérias continham um diário de ENKI, que foi traduzido por Sitchin e publicado com o título "O Livro Perdido de ENKI". Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para "brincar de Deus".

Eles sabiam perfeitamente da existencia do Logos primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra para a mineração da Terra, como já foi dito antes.

Como ENLIL, sempre rivalizou com ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas.

A vastidão do universo dá certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnaki, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior. Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Os Annunaki em painéis sumérios, assírios, egípcios e maias. Nas quatro civilizações, a evidente presença de seres extraterrestres gigantes.






Trechos de uma entrevista concedia por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

“Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei aos suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa, "planeta da passagem [travessia]."

A questão em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que nao, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter , tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Júpiter também .

Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme, a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter. E então uma noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre Marte e Jupiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.

Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico onde são baseados os primeiros capítulos do Gênesis e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como caíram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro! Os Sumérios tinham um enorme conhecimento. Eles sabiam sobre Urano e Netuno e os descreveram e eles sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassava o dos dias modernos. Eles diziam, "Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki."

A publicação do primeiro livro, seu impacto, foi a compreeensão de que povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nossso sistema solar. Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos atrás). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias chamam de planeta X) então os Anunnaki existem.

Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas mais avançadas do que nós em nosso sistema solar.


Me perguntaram, "Eles se parecem conosco?" e eu disse, não, nós nos parecemos com eles. Eles nos fizeram por engenharia genética. Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: "Vamos fazer Adão a nossa semelhança e imagem." Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós.

Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita deles ao redor do Sol. Assim, um ano deles equivale a 3.600 anos nossos. Esta é diferença chave entre eles e nós.

Então há a diferença entre o avanço texcnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos eram consideradas milagres”. . .
De acordo com Sitchin, a próxima passagem do 12º planeta será entre 2012 e 2013.

A tentativa do governo para construir a Estação Espacial Internacional é para averiguar o paradeiro de Nibiru.


Consta que o local de aterrissagem dos Nibiruanos foi um lugar chamado Eridu, atual Sul do Iraque. Neste local estariam diversas construções desse povo, inclusive uma pirâmide que estaria sendo usada por Saddan Hussein como esconderijo durante ataques em seu país. Os americanos teriam conhecimento desses monumentos e de seu valor histórico inestimável, razão pela qual não o teriam destruído.

Devemos esperar pelo aparecimento desse magnífico fenômeno no Céu do Hemisfério Sul. Esta inclusive seria a razão pela qual os telescópios na Argentina e no Chile foram reativados.

A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto, embora todos os fatos estejam descritos no livro de Sitchin, Crônicas da Terra. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das nações árabes, não informam à humanidade sobre isso?

De fato a resposta é simples! Por que a revelação de que humanóides alienígenas gigantes, conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na formação da raça humana, causaria a ruína de todo o establishment contemporâneo.

Todas as instituições entrariam em colapso, porque fraudes milenares seriam descobertas.

Bem, incluirei no próximo texto, trechos do 'O LIVRO PERDIDO DE ENKI', de ZECHARIA SITCHIN, para contarmos a história e falarmos de material de inúmeros estudos organizados por professores, pesquisadores, antropólogos, etc. Até lá.
(Continua)