13 de março de 2010

O QUE SÃO SABBATS?

Os oito Sabbats são belas cerimônias religiosas derivadas dos antigos festivais anuais que celebravam, originalmente, a mudança das estações do ano.

Os Sabbats, também conhecidos como a “Grande Roda Solar do Ano” e “Mandala da Natureza”, têm sido celebrados sob formas diferentes por quase todas as culturas no mundo. São conhecidos sob vários nomes e aparecem com frequência na mitologia.


Os quatro Sabbats principais (ou grandes) correspondem ao antigo ano gaélico e são chamados de Candlemas, Beltane, Lammas e Samhain. Os quatro menores são Equinócio de Primavera, Solstício de Verão, Equinócio do Outono e Solstício de Inverno.

O Sabbat, infelizmente tem sido confundido também com a “Missa Negra” Satânica ou “Sabbat Negro”, sendo esse outro conceito errado que muitas pessoas têm e que é decorrente de séculos de propaganda antipagã da Igreja, do medo, da ignorância e da imaginação excessiva dos escritores desde a Idade Média.

Uma Missa Negra não é um Sabbat de Bruxos, mas uma prática satânica, acreditem, que parodia o principal ritual do Catolicismo e que inclui supostamente o sacrifício de bebês não batizados, orgias sexuais pervertidas e a recitação de trás para frente do “Pai Nosso”.

Nada disso jamais acontece nos Sabbats dos Bruxos. Não há sacrifícios (humano ou animal), não há o que chamam de magia negra, não há rituais anticatólicos.

Os Sabbats são simplesmente uma ocasião em que é celebrada a Natureza com danças, cantigas e deleite com alimentos pagãos e honra às deidades da Religião Antiga (principalmente a Deusa da Fertilidade e Seu Consorte, o Deus).


Em certas tradições wiccanas, a Deusa é adorada nos Sabbats de Primavera e do Verão, enquanto o Deus é homenageado nos Sabbats do Outono e do Inverno.

A celebração de cada Sabbat é uma experiência espiritual intensa e sublime que permite aos praticantes permanecerem em equilíbrio harmonioso com as forças da Mãe Natureza.
(Texto: Gerina Dunwich)

MOISÉS E A TORAH


Torah é anagrama de Hathor (a vaca sagrada do Egito) e de Tarot e significa a Lei.

Moisés, como príncipe egípcio e iniciado nos mistérios de Osíris, estava de posse de todo o conhecimento esotérico do Egito: tradição Ariana mais a Atlante. Moisés, pois, era iniciado em todos os segredos das 3 raças (3ª, 4ª e 5ª), igual conhecimento está sintetizado no Tarot, que resumo todo o conhecimento esotérico da humanidade.

Moisés, o príncipe Mosis, cujo nome quer dizer “criança” em egípcio (outros nomes egípcios:Tutmosis, Ramosis, etc). Mosheh em hebraico, com a mesma raiz de Meshiah (Messias). Seu nome de nascimento é desconhecido e certamente não é Mosis, daí a ausência de referencia nos textos egípcios, que certamente descendia da casa real egípcia e não de Iocabed (a casa de Io=Isis e Amram, o divino Rama – ver no final lembrete a respeito).

Seu nome iniciático parece ter sido Osarsipe (Osar ou Usir=Osiris e “sipe” é “narrador”), portanto, o príncipe que fala de Osiris ou o príncipe que fala da luz.

Moisés, como um iniciado, não deixaria nada escrito, mas como legislador deixou uma tradição, transmitida oralmente, e que só viria a ser escrita séculos depois, após o exílio da Babilônia (altura do séc. VI a.C.), por Esdras.

Moisés transmitiu a seu povo através de seus sucessores (de início Joshua e os grandes sacerdotes do templo) a Torah. Ele transmitiu um corpo de doutrina externo (exotérica) e uma parte interna, oculta (esotérica), esta é a kabalah. E esta kabalah é de origem imemorial.

A Lei de Moisés ou Torah, como é conhecida, compõe-se dos 5 livros (Rumash) conhecidos entre nós pelo nome grego Pentateuco, cujo primeiro livro, Bereshit (Gênesis) ou o Livro da Criação, é considerado kabalisticamente o mais importante.


A maioria dos estudiosos, como por exemplo Gershon Scholeim, afirma que a origem da kabalah é do século XI ou XII de nossa era.Realmente, na Europa,altura do século XII, uma escola mística com o nome de escola Kabalistica, o que não quer dizer que por ter pela 1ª vez aparecido em público alusões à kabalah que ela tenha aí surgido. Da mesma forma a Alquimia que de origem imemorial teve igualmente aparecimento nesta época como uma escola mística.

Então, tal como o homem tem um corpo e um espírito e ligando-os uma alma, a doutrina mosaica ou Torah possui também um corpo: é a Massorah ou seja os textos em uma versão literal, bem como o conjunto de regras utilizadas para bem estudá-los, escrevê-los e lê-los, de forma uniformemente correta, a fim de que a doutrina não sofra alterações.

A Torah possui como espírito a Kabalah, ou seja, a interpretação secreta dos textos, que contém uma parte teórica e uma parte prática.

Unindo-os temos a alma, o Talmud, com sua parte da Mishina (a 2ª Lei de Sheni) ou “corpus juris” e a Gemara ou jurisprudência.

Lembro que Rama ou Ramu era o Rei-sacerdote dos Atlantes ou terra de Um, era o Ra-um. A palavra On em celta primitivo significa o verbo “ser”. Ra = potencia masculina, qualidade real e Um ou Ma = potencia feminina, Terra Mãe e/ou as águas primordiais da qual desenvolveram-se todas as formas de vida. Dessa raiz MA temos, por exemplo: adamah, a Terra Adâmica, ou primitiva. Quer no seu sentido real, como no simbólico. Simbolicamente Adamah é a terra de Adam Kadmon.

Em quase todas as línguas, primitivas ou atuais, UM ou simplesmente a letra M entram no radical da palavra MÃE e/ou TERRA e/ou ÁGUA. Sua forma afeta a figura de um quadrado ou similar.